A Comissão Permanente do Vestibular da UFMG (Copeve) divulgou, em sua página virtual, o edital do Vestibular 2010 para dois cursos de Educação a Distância do Sistema Universidade Aberta do Brasil: Licenciatura em Ciências Biológicas e Licenciatura em Química. A oferta é de 300 vagas, divididas igualmente entre três polos: Vale do Jequitinhonha, Vale do Rio Doce e Vale do Mucuri.
Professores da rede pública – Os professores da rede pública terão prioridade na inscrição. Das 300 vagas, 150 são destinadas ao público em geral, e as outras 150 vão para professores de escolas públicas. As inscrições podem ser feitas entre os dias 29 de outubro e 9 de novembro pelo site da Copeve. Os interessados devem preencher requerimento e pagar a taxa de R$ 80,00. No ato da inscrição, o candidato deve fazer uma única opção de polo regional.
As provas serão realizadas no dia 29 de novembro, às 14 horas, nas cidades de Araçuaí, Governador Valadares e Teófilo Otoni. Os candidatos ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas farão provas, Biologia, Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, Matemática e Química, mais a redação. Já para o curso de Licenciatura em Química, as provas serão de Física, Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, Matemática e Química, além da redação.
Ambos os cursos terão início no primeiro semestre de 2010 e exigem encontros presenciais, que acontecerão no polo escolhido pelo candidato no momento de sua inscrição no vestibular. Outras informações no site da Copeve ou pelos telefones 3409-4408 ou 3409-4409.
Unimontes abre inscrições para vestibular 1º/2010
A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) está com inscrições abertas até o dia 10 de novembro de 2009 para o vestibular 1º/2010. Os interessados nas 935 vagas, de 42 cursos de graduação, devem se inscrever somente pela internet, no site www.cotec.unimontes.br. O valor da taxa é de R$ 100,00. Já para os candidatos a vagas em dois cursos, o valor é de R$ 190,00. Porém, caso aprovado nos dois cursos, o candidato terá que optar por um deles. Na sede da Comissão Técnica de Concursos (Cotec), serão disponibilizados computadores com internet para a realização das inscrições. O endereço é: Praça Rui Soares Olímpio, no Campus Universitário Professor Darcy Ribeiro, de 8 às 18 horas.
De acordo com a Lei Estadual 15.529/2004, a universidade adota o sistema de reservas de vagas para alunos carentes: 20% serão destinadas aos alunos vindos de escolas públicas e 20% para afrodescententes. Além disso, 5% das vagas serão destinadas aos portadores de deficiência ou indígenas. Os interessados em concorrer pelo sistema de reserva de vagas devem fazer uma pré-inscrição, pela internet, entre os dias 13 e 23 de outubro.
O vestibular Unimontes 1º/2010 acontece no dia 13 de dezembro. As provas serão aplicadas nas cidades de Almenara, Belo Horizonte, Bocaiúva, Brasília de Minas, Espinosa, Janaúba, Januária, Montes Claros, Paracatu, Pirapora, Salinas, São Francisco e Unaí. Mais informações pelo site: www.unimontes.br ou pelo telefone: (38) 3229-8080.
UEMG antecipa data do vestibular 2010
A Universidade do Estado de Minas Gerais antecipou a data de realização do Vestibular 1º/2010 para o dia 28 de novembro de 2009. A mudança é em função da nova data anunciada para as provas do Enem, que serão realizadas nos dias 5 e 6 de dezembro. Os candidatos poderão imprimir o comprovante de inscrição a partir do dia 17 de novembro. No documento será indicado o local de realização das provas. Outras informações pelo site UEMG.
Historico
-
▼
2009
(79)
-
▼
outubro
(36)
- UFMG abre inscrições para vestibular de cursos a d...
- Unimontes abre inscrições para vestibular 1º/2010
- CEFET – MG antecipa data do vestibular 1º/2010 e n...
- UEMG antecipa data do vestibular 2010
- MEC nega que prova do Enem terá duas versões
- Fuvest divulga fórmula que substitui uso do Enem n...
- Governo facilita matrícula do Prouni
- Universidades que mudaram as datas do vestibular
- Unicamp anuncia que não utilizará nota do Enem no ...
- Candidatos poderão alterar município para fazer Enem
- MEC define nova data de aplicação do Enem; será no...
- Correios, Força Nacional e PF devem atuar no próxi...
- Federais poderão alterar calendário letivo para us...
- MEC estuda aplicar Enem no último fim de semana de...
- PRA VOCE SABER...
- MEC rompe com consórcio do Enem e Polícia Federal ...
- SUSPEITO NEGA FURTO DE PROVA DO ENEM
- Prédio onde provas do Enem são elaboradas tem câme...
- Avaliação pelo TRI pretende acabar com chute
- DATA DO ENEM SAI NESTA SEGUNDA-FEIRA
- ENEM DEVE SER NA SEGUNDA QUINZENA DE NOVEMBRO
- GOVERNO PODE CRIAR O FERIADO DO ENEM
- Folha Online - Educação - Nova prova do Enem deve ...
- Federal de Ouro Preto abre inscrições para vestibu...
- ENCONTRAMOS ERROS NA PROVA DO ENEM
- NOVA PROVA DO ENEM JA ESTÁ PRONTA
- Pra ser sincero....( Comentario sobre a prova anul...
- Aceita Sugestão...
- Reunião para avaliar vazamento do Enem reúne 15 té...
- Senadores defendem ressarcimento de estudantes que...
- UFRJ reabre inscrições do vestibular 2010
- Maioria das universidades vai manter datas de seleção
- Sem título
- Sem título
- Sem título
- Prova do Enem cancelada após suspeita de fraude
-
▼
outubro
(36)
Quem somos?
- Blog do Professor Nyei Nadeia (Tio Fiu)
- Varginha, Minas Gerais, Brazil
- Professor Nyei Nadeia. Jornalista, Locutor de Rodeio, Assessor Parlamentar, Presidente de Conselho Comunitario,Voluntario em Obras sociais, de Bem com a vida...
Seguidores
Tecnologia do Blogger.
Unimontes abre inscrições para vestibular 1º/2010
A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) está com inscrições abertas até o dia 10 de novembro de 2009 para o vestibular 1º/2010. Os interessados nas 935 vagas, de 42 cursos de graduação, devem se inscrever somente pela internet, no site www.cotec.unimontes.br. O valor da taxa é de R$ 100,00. Já para os candidatos a vagas em dois cursos, o valor é de R$ 190,00. Porém, caso aprovado nos dois cursos, o candidato terá que optar por um deles. Na sede da Comissão Técnica de Concursos (Cotec), serão disponibilizados computadores com internet para a realização das inscrições. O endereço é: Praça Rui Soares Olímpio, no Campus Universitário Professor Darcy Ribeiro, de 8 às 18 horas.
De acordo com a Lei Estadual 15.529/2004, a universidade adota o sistema de reservas de vagas para alunos carentes: 20% serão destinadas aos alunos vindos de escolas públicas e 20% para afrodescententes. Além disso, 5% das vagas serão destinadas aos portadores de deficiência ou indígenas. Os interessados em concorrer pelo sistema de reserva de vagas devem fazer uma pré-inscrição, pela internet, entre os dias 13 e 23 de outubro.
O vestibular Unimontes 1º/2010 acontece no dia 13 de dezembro. As provas serão aplicadas nas cidades de Almenara, Belo Horizonte, Bocaiúva, Brasília de Minas, Espinosa, Janaúba, Januária, Montes Claros, Paracatu, Pirapora, Salinas, São Francisco e Unaí. Mais informações pelo site: www.unimontes.br ou pelo telefone: (38) 3229-8080.
De acordo com a Lei Estadual 15.529/2004, a universidade adota o sistema de reservas de vagas para alunos carentes: 20% serão destinadas aos alunos vindos de escolas públicas e 20% para afrodescententes. Além disso, 5% das vagas serão destinadas aos portadores de deficiência ou indígenas. Os interessados em concorrer pelo sistema de reserva de vagas devem fazer uma pré-inscrição, pela internet, entre os dias 13 e 23 de outubro.
O vestibular Unimontes 1º/2010 acontece no dia 13 de dezembro. As provas serão aplicadas nas cidades de Almenara, Belo Horizonte, Bocaiúva, Brasília de Minas, Espinosa, Janaúba, Januária, Montes Claros, Paracatu, Pirapora, Salinas, São Francisco e Unaí. Mais informações pelo site: www.unimontes.br ou pelo telefone: (38) 3229-8080.
CEFET – MG antecipa data do vestibular 1º/2010 e não utiliza nota do Enem
O Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET – MG) definiu novas datas para a realização do Vestibular 1º/2010 para os Cursos Superiores em Belo Horizonte, Araxá, Divinópolis, Timóteo e Leopoldina. Os exames acontecem nos dias 21 e 22 de novembro de 2009. Os locais das provas estarão disponíveis no site da copeve (www.copeve.cefetmg.br) a partir do dia 04 de novembro. O motivo da mudança de data é que as provas coincidiriam com as novas datas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), dias 05 e 06 de dezembro.
O CEFET – MG também definiu que não vai mais utilizar a nota do Enem no processo seletivo. Como o resultado do exame que avalia os alunos do Ensino Médio não vai sair até o dia 08 de dezembro, conforme previsto em edital, o vestibular da instituição vai considerar apenas a soma das notas das provas objetivas e de redação do CEFET – MG.
Além disso, fica mantida a data para a realização do vestibular dos Cursos Técnicos, que será no dia 13 de dezembro. As inscrições para processo seletivo dos Cursos Técnicos e Superiores podem ser feitas até o dia 23 de outubro. O valor da taxa é de R$ 80,00 para o Ensino Superior e R$ 40,00 para o Ensino Técnico. Outras informações pelo telefone: (31) 3319-7171
O CEFET – MG também definiu que não vai mais utilizar a nota do Enem no processo seletivo. Como o resultado do exame que avalia os alunos do Ensino Médio não vai sair até o dia 08 de dezembro, conforme previsto em edital, o vestibular da instituição vai considerar apenas a soma das notas das provas objetivas e de redação do CEFET – MG.
Além disso, fica mantida a data para a realização do vestibular dos Cursos Técnicos, que será no dia 13 de dezembro. As inscrições para processo seletivo dos Cursos Técnicos e Superiores podem ser feitas até o dia 23 de outubro. O valor da taxa é de R$ 80,00 para o Ensino Superior e R$ 40,00 para o Ensino Técnico. Outras informações pelo telefone: (31) 3319-7171
UEMG antecipa data do vestibular 2010
A Universidade do Estado de Minas Gerais antecipou a data de realização do Vestibular 1º/2010 para o dia 28 de novembro de 2009. A mudança é em função da nova data anunciada para as provas do Enem, que serão realizadas nos dias 5 e 6 de dezembro. Os candidatos poderão imprimir o comprovante de inscrição a partir do dia 17 de novembro. No documento será indicado o local de realização das provas. Outras informações pelo site UEMG
MEC nega que prova do Enem terá duas versões
O MEC (Ministério da Educação) negou que o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) terá duas versões de prova. Em nota, o ministério afirma que não "há qualquer conjectura para tal procedimento" e que as provas já estão sendo impressas desde o último domingo (18).
O Enem será aplicado nos dias 5 e 6 de dezembro. Os estudantes responderão a 180 questões de múltipla escolha distribuídas entre ciências da natureza e ciências humanas, linguagens e códigos, e matemática, além de uma redação.
Leia a nota do MEC na íntegra:
O Ministério da Educação esclarece que a informação veiculada no portal G1, de que o MEC estuda aplicar duas versões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos dias 5 e 6 de dezembro próximos, é totalmente improcedente. Não houve a reunião anunciada. Nem há qualquer conjectura para tal procedimento. As provas já estão sendo impressas na gráfica, acompanhadas por funcionários do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), desde domingo passado.
O Enem será aplicado nos dias 5 e 6 de dezembro. Os estudantes responderão a 180 questões de múltipla escolha distribuídas entre ciências da natureza e ciências humanas, linguagens e códigos, e matemática, além de uma redação.
Leia a nota do MEC na íntegra:
O Ministério da Educação esclarece que a informação veiculada no portal G1, de que o MEC estuda aplicar duas versões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos dias 5 e 6 de dezembro próximos, é totalmente improcedente. Não houve a reunião anunciada. Nem há qualquer conjectura para tal procedimento. As provas já estão sendo impressas na gráfica, acompanhadas por funcionários do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), desde domingo passado.
Fuvest divulga fórmula que substitui uso do Enem no vestibular 2010
A USP (Universidade de São Paulo) definiu como será feito o cálculo dos bônus para substituir o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 na bonificação do Inclusp (Programa de Inclusão Social da USP). Em vez de considerar o exame, a universidade irá utilizar a primeira fase do vestibular: os candidatos terão que fazer mais de 22 pontos na prova para receber 1,8% de bonificação.
A pontuação pode chegar a até 6% pontos a mais nas 1ª e 2ª fases do processo seletivo. A informação foi divulgada pelo site da USP na sexta-feira (16).
O novo cálculo foi idealizado depois que os organizadores da Fuvest decidiram não utilizar a pontuação do Enem 2009 no vestibular 2010. Para candidatos não-optantes pelo bônus, valerá só a nota do vestibular; antes, o Enem valia 20% do total de pontos na 1ª fase.
Fórmula
A fórmula utilizada para o cálculo será a seguinte:
Bônus Fuvest (%) = 1,8 + [4,2 x (NF-22)]/50
Na qual NF é a nota da prova da primeira fase, que contém 90 questões. Se o candidato acertar só até 21 perguntas, não ganhará nenhum ponto de bonificação. Acima de 22, os candidatos recebem 1,8% de bônus, podendo chegar até 6% para aqueles que acertarem 72 ou mais questões.
Além do bônus baseado na nota da 1ª fase, o Inclusp dá 3% a mais para estudantes oriundos de escolas públicas e até 3% de bonificação para quem faz a prova do Pasusp.
Calendário
O calendário e as demais regras do edital do vestibular 2010 continuam válidos. Ao todo, 128.144 candidatos são esperados no processo seletivo. que seleciona ingressantes para a USP, para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa e para a Academia de Polícia Militar do Barro Branco. Estão em disputa 10.797 vagas.
Veja as datas das provas e divulgação de listas.
16/11/2009 - divulgação dos locais de prova da primeira fase.
22/11/2009 - 1ª fase da Fuvest, com 90 testes de múltipla escolha. O vestibulando terá cinco horas para resolver as questões.
14/12/2009 - lista de aprovados na primeira fase.
3/1/2010 - 2ª fase da Fuvest, prova dissertativa de português (dez questões) e redação. Atenção: os candidatos convocados para a segunda fase deverão entregar, no primeiro dia de exame, uma foto 3x4, recente. O tempo de prova é de quatro horas.
4/1/2010 - 2ª fase da Fuvest, com prova dissertativa (20 questões) das disciplinas história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês. Cada questão poderá abranger conhecimentos de mais de uma disciplina. O candidato tem quatro horas para acabar a prova.
5/1/2010 - 2ª fase da Fuvest, com 12 questões de duas ou três disciplinas específicas (seis ou quatro de cada), de acordo com a carreira escolhida. A duração do exame é de quatro horas.
Na segunda fase, todo o candidato responderá a um total de 42 questões e elaborará uma Redação, independentemente da carreira escolhida (exceção para os candidatos inscritos nas duas carreiras da Polícia Militar).
Mudanças na Fuvest 2010
No novo formato, a Fuvest 2010 manterá a primeira fase com 90 questões - mas as provas da segunda fase foram alteradas.
A primeira fase também passou a ser eliminatória - ou seja, a nota não conta mais no final do processo seletivo para classificar os estudantes. Apenas elimina quem não tiver desempenho suficiente para chegar à etapa final.
A segunda fase do vestibular vai avaliar todas as matérias do ensino médio. Até a Fuvest 2009, só disciplinas relacionadas ao curso pretendido eram alvo de exames.
Outras informações podem ser obtidas no site da USP.
A pontuação pode chegar a até 6% pontos a mais nas 1ª e 2ª fases do processo seletivo. A informação foi divulgada pelo site da USP na sexta-feira (16).
O novo cálculo foi idealizado depois que os organizadores da Fuvest decidiram não utilizar a pontuação do Enem 2009 no vestibular 2010. Para candidatos não-optantes pelo bônus, valerá só a nota do vestibular; antes, o Enem valia 20% do total de pontos na 1ª fase.
Fórmula
A fórmula utilizada para o cálculo será a seguinte:
Bônus Fuvest (%) = 1,8 + [4,2 x (NF-22)]/50
Na qual NF é a nota da prova da primeira fase, que contém 90 questões. Se o candidato acertar só até 21 perguntas, não ganhará nenhum ponto de bonificação. Acima de 22, os candidatos recebem 1,8% de bônus, podendo chegar até 6% para aqueles que acertarem 72 ou mais questões.
Além do bônus baseado na nota da 1ª fase, o Inclusp dá 3% a mais para estudantes oriundos de escolas públicas e até 3% de bonificação para quem faz a prova do Pasusp.
Calendário
O calendário e as demais regras do edital do vestibular 2010 continuam válidos. Ao todo, 128.144 candidatos são esperados no processo seletivo. que seleciona ingressantes para a USP, para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa e para a Academia de Polícia Militar do Barro Branco. Estão em disputa 10.797 vagas.
Veja as datas das provas e divulgação de listas.
16/11/2009 - divulgação dos locais de prova da primeira fase.
22/11/2009 - 1ª fase da Fuvest, com 90 testes de múltipla escolha. O vestibulando terá cinco horas para resolver as questões.
14/12/2009 - lista de aprovados na primeira fase.
3/1/2010 - 2ª fase da Fuvest, prova dissertativa de português (dez questões) e redação. Atenção: os candidatos convocados para a segunda fase deverão entregar, no primeiro dia de exame, uma foto 3x4, recente. O tempo de prova é de quatro horas.
4/1/2010 - 2ª fase da Fuvest, com prova dissertativa (20 questões) das disciplinas história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês. Cada questão poderá abranger conhecimentos de mais de uma disciplina. O candidato tem quatro horas para acabar a prova.
5/1/2010 - 2ª fase da Fuvest, com 12 questões de duas ou três disciplinas específicas (seis ou quatro de cada), de acordo com a carreira escolhida. A duração do exame é de quatro horas.
Na segunda fase, todo o candidato responderá a um total de 42 questões e elaborará uma Redação, independentemente da carreira escolhida (exceção para os candidatos inscritos nas duas carreiras da Polícia Militar).
Mudanças na Fuvest 2010
No novo formato, a Fuvest 2010 manterá a primeira fase com 90 questões - mas as provas da segunda fase foram alteradas.
A primeira fase também passou a ser eliminatória - ou seja, a nota não conta mais no final do processo seletivo para classificar os estudantes. Apenas elimina quem não tiver desempenho suficiente para chegar à etapa final.
A segunda fase do vestibular vai avaliar todas as matérias do ensino médio. Até a Fuvest 2009, só disciplinas relacionadas ao curso pretendido eram alvo de exames.
Outras informações podem ser obtidas no site da USP.
Governo facilita matrícula do Prouni
O MEC (Ministério da Educação) pretende fazer uma matrícula simplificada para alunos do Prouni (Programa Universidade para Todos), dispensando inicialmente a apresentação de documentos, como comprovante de renda e certificado de conclusão de curso em escola pública. A medida seria uma saída ao cronograma apertado, provocado pelo cancelamento do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Entre divulgação da nota do Enem, seleção do aluno pelo ProUni e matrícula nas instituições de ensino haveria menos de um mês.
O Prouni é um programa criado pelo governo federal que dá milhares bolsas em universidades privadas para alunos de escolas públicas e com renda baixa. Em troca, elas ganham isenção de impostos. A nota do Enem é usada como seleção para a bolsa. "Seria uma espécie de pré-matrícula: o aluno assina um documento em que se compromete a, numa segunda etapa, apresentar os quesitos necessários", explicou a secretária de Educação Superior do MEC (Ministério da Educação), Maria Paula Dallari Bucci.
Maria Paula acredita que os prazos com os quais o MEC está trabalhando serão suficientes para garantir que alunos do ProUni se matriculem nas instituições sem prejuízo ao ano letivo. O resultado do Enem será divulgado até o dia 5 de fevereiro. Do dia 8 em diante, será feita a seleção para verificar em que faculdade o candidato poderá se inscrever. "Acreditamos que até o fim de fevereiro, pelo menos 80% dos alunos já estarão selecionados", afirmou.
O Prouni é um programa criado pelo governo federal que dá milhares bolsas em universidades privadas para alunos de escolas públicas e com renda baixa. Em troca, elas ganham isenção de impostos. A nota do Enem é usada como seleção para a bolsa. "Seria uma espécie de pré-matrícula: o aluno assina um documento em que se compromete a, numa segunda etapa, apresentar os quesitos necessários", explicou a secretária de Educação Superior do MEC (Ministério da Educação), Maria Paula Dallari Bucci.
Maria Paula acredita que os prazos com os quais o MEC está trabalhando serão suficientes para garantir que alunos do ProUni se matriculem nas instituições sem prejuízo ao ano letivo. O resultado do Enem será divulgado até o dia 5 de fevereiro. Do dia 8 em diante, será feita a seleção para verificar em que faculdade o candidato poderá se inscrever. "Acreditamos que até o fim de fevereiro, pelo menos 80% dos alunos já estarão selecionados", afirmou.
Universidades que mudaram as datas do vestibular
De acordo com levantamento realizado pelo MEC (Ministério da Educação), quatro universidades federais e 14 estaduais que tinham vestibulares marcados para os dias 5 e 6 de dezembro, nova data do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009, confirmaram a mudança das datas de seus processos seletivos.
Na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), as mudanças ainda serão discutidas nos respectivos conselhos universitários.
Veja quais universidades já anunciaram que irão mudar as datas do vestibular:
Federais
UnB (Universidade de Brasília): mudou o PAS (Programa de Avaliação Seriada) para 12 e 13 de dezembro;
UFC (Universidade Federal do Ceará): provas de conhecimentos específicos e redação serão em 13 e 14 de dezembro;
UFS (Universidade Federal do Sergipe): data a ser definida;
UFU (Universidade Federal de Uberlândia): data a ser definida.
Estaduais
UEA (Universidade Estadual do Amazonas): mudou para 7 e 8 de dezembro;
UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa): mudou para em 20 de dezembro;
Uems (Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul): mudou para 13 de dezembro;
Uneb (Universidade do Estado da Bahia): mudou para 20 e 21 de dezembro;
Uerj (Universidade do do Rio de Janeiro): mudou para 13 de dezembro o exame discursivo;
Uema (Universidade Estadual do Maranhão): mudou para 20 de dezembro;
UEAP (Universidade Estadual do Amapá): data a ser definida;
Uepa (Universidade do Estado do Pará): data a ser definida;
UEG (Universidade Estadual de Goiás): : data a ser definida;
Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná): 11 de dezembro;
Fatecs-SP (Faculdade Tecnológica de São Paulo): 13 de dezembro;
Unesp (Universidade Estadual Paulista): data a ser definida;
EAGS (Escola de Especialistas de Aeronáutica): data a ser definida.
Institutos federais
Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia reafirmam a posição do Conif (Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica) de manter o Enem como forma de ingresso dos estudantes. Aqueles que tinham processo seletivo marcado para 5 e 6 dezembro já remarcaram a data.
O Instituto Federal Sul-rio-grandense antecipou sua prova para 22 de novembro. O Instituto Federal do Sul de Minas Gerais mudou para 12 e 13 de dezembro e o do Norte de Minas Gerais, para 20 do mesmo mês. O Instituto Federal de Pernambuco trocou para 13 de dezembro. O do Sertão Pernambucano remarcou para 13 e 14 de dezembro.
O MEC entrou em contato com todas as universidades que tinham vestibular marcado para o primeiro fim de semana de dezembro. Até agora, apenas a UEL (Universidade Estadual de Londrina) decidiu manter a data de seu processo seletivo, mas propõe compatibilizar os horários: a prova da universidade seria feita em um turno e o Enem, em outro. A UEMG (Estadual de Minas Gerais) ainda não decidiu se muda ou mantem a data de sua prova.
Particulares
A PUC-SP e a PUC-MG anunciaram que não irão utilizar o Enem 2009 no vestibular e a Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, adiou o vestibular para 13 de dezembro.
A FGV-SP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas) ainda deve definir nova data.
Na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), as mudanças ainda serão discutidas nos respectivos conselhos universitários.
Veja quais universidades já anunciaram que irão mudar as datas do vestibular:
Federais
UnB (Universidade de Brasília): mudou o PAS (Programa de Avaliação Seriada) para 12 e 13 de dezembro;
UFC (Universidade Federal do Ceará): provas de conhecimentos específicos e redação serão em 13 e 14 de dezembro;
UFS (Universidade Federal do Sergipe): data a ser definida;
UFU (Universidade Federal de Uberlândia): data a ser definida.
Estaduais
UEA (Universidade Estadual do Amazonas): mudou para 7 e 8 de dezembro;
UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa): mudou para em 20 de dezembro;
Uems (Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul): mudou para 13 de dezembro;
Uneb (Universidade do Estado da Bahia): mudou para 20 e 21 de dezembro;
Uerj (Universidade do do Rio de Janeiro): mudou para 13 de dezembro o exame discursivo;
Uema (Universidade Estadual do Maranhão): mudou para 20 de dezembro;
UEAP (Universidade Estadual do Amapá): data a ser definida;
Uepa (Universidade do Estado do Pará): data a ser definida;
UEG (Universidade Estadual de Goiás): : data a ser definida;
Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná): 11 de dezembro;
Fatecs-SP (Faculdade Tecnológica de São Paulo): 13 de dezembro;
Unesp (Universidade Estadual Paulista): data a ser definida;
EAGS (Escola de Especialistas de Aeronáutica): data a ser definida.
Institutos federais
Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia reafirmam a posição do Conif (Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica) de manter o Enem como forma de ingresso dos estudantes. Aqueles que tinham processo seletivo marcado para 5 e 6 dezembro já remarcaram a data.
O Instituto Federal Sul-rio-grandense antecipou sua prova para 22 de novembro. O Instituto Federal do Sul de Minas Gerais mudou para 12 e 13 de dezembro e o do Norte de Minas Gerais, para 20 do mesmo mês. O Instituto Federal de Pernambuco trocou para 13 de dezembro. O do Sertão Pernambucano remarcou para 13 e 14 de dezembro.
O MEC entrou em contato com todas as universidades que tinham vestibular marcado para o primeiro fim de semana de dezembro. Até agora, apenas a UEL (Universidade Estadual de Londrina) decidiu manter a data de seu processo seletivo, mas propõe compatibilizar os horários: a prova da universidade seria feita em um turno e o Enem, em outro. A UEMG (Estadual de Minas Gerais) ainda não decidiu se muda ou mantem a data de sua prova.
Particulares
A PUC-SP e a PUC-MG anunciaram que não irão utilizar o Enem 2009 no vestibular e a Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, adiou o vestibular para 13 de dezembro.
A FGV-SP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas) ainda deve definir nova data.
Unicamp anuncia que não utilizará nota do Enem no vestibular
As novas datas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - 5 e 6 de dezembro - vão coincidir com os calendários de vestibular de pelo menos quatro instituições públicas de ensino superior: Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).
Apesar disso, segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, os reitores dessas instituições colocaram a data “à disposição” para que as provas do Enem fossem remarcadas.
“Elas podem decidir ou não mudar, mas elas foram contactadas e liberaram as datas para divulgarmos os novos dias do Enem. Essas instituição estão dispostas a fazer ajustes nos calendários delas em proveito de um projeto estratégico para o país”, disse Haddad.
A UnB já anunciou que adiará o Programa de Avaliação Seriada (PAS) para os dias 12 e 13 de dezembro para que não haja choque com o Enem.
Em nota, a Uerj também afirmou que apresentará nova data para a sua segunda fase, antes marcada para os dias 5 e 6 de dezembro, para que não haja prejuízo para os candidatos inscritos.
Haddad disse que o MEC está entrando em contato com os reitores de todas as instituições em que há possibilidade de choque de datas e está à disposição para dar “todo o apoio que elas necessitarem”. Mas deixou claro que a decisão ou não sobre o adiamento caberá a cada instituição.
Com Enem, candidatos disputam mais vagas
As mudanças na edição 2009 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aumentaram as chances dos vestibulandos conseguirem uma vaga no ensino superior. Como cerca de 20 federais adotaram o Enem no lugar de seu vestibular ou como primeira fase do processo de seleção, estudantes que disputariam apenas as vagas das universidades localizadas no Estado onde moram agora planejam tentar outras instituições.
De acordo com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, o novo Enem foi pensado para permitir que o aluno concorra a vagas em um número maior de universidades sem precisar se deslocar geograficamente.
O Inep espera que o exame aumente a mobilidade dos estudantes entre as regiões do Brasil. "Em países como os EUA, a migração interna de universitários chega a 20%. No Brasil, apenas 0,04% se mudam de Estado para estudar", diz Fernandes.
Apesar disso, segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, os reitores dessas instituições colocaram a data “à disposição” para que as provas do Enem fossem remarcadas.
“Elas podem decidir ou não mudar, mas elas foram contactadas e liberaram as datas para divulgarmos os novos dias do Enem. Essas instituição estão dispostas a fazer ajustes nos calendários delas em proveito de um projeto estratégico para o país”, disse Haddad.
A UnB já anunciou que adiará o Programa de Avaliação Seriada (PAS) para os dias 12 e 13 de dezembro para que não haja choque com o Enem.
Em nota, a Uerj também afirmou que apresentará nova data para a sua segunda fase, antes marcada para os dias 5 e 6 de dezembro, para que não haja prejuízo para os candidatos inscritos.
Haddad disse que o MEC está entrando em contato com os reitores de todas as instituições em que há possibilidade de choque de datas e está à disposição para dar “todo o apoio que elas necessitarem”. Mas deixou claro que a decisão ou não sobre o adiamento caberá a cada instituição.
Com Enem, candidatos disputam mais vagas
As mudanças na edição 2009 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aumentaram as chances dos vestibulandos conseguirem uma vaga no ensino superior. Como cerca de 20 federais adotaram o Enem no lugar de seu vestibular ou como primeira fase do processo de seleção, estudantes que disputariam apenas as vagas das universidades localizadas no Estado onde moram agora planejam tentar outras instituições.
De acordo com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, o novo Enem foi pensado para permitir que o aluno concorra a vagas em um número maior de universidades sem precisar se deslocar geograficamente.
O Inep espera que o exame aumente a mobilidade dos estudantes entre as regiões do Brasil. "Em países como os EUA, a migração interna de universitários chega a 20%. No Brasil, apenas 0,04% se mudam de Estado para estudar", diz Fernandes.
Candidatos poderão alterar município para fazer Enem
Os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que quiserem alterar o município escolhido para realizar a prova poderão fazer a mudança a partir de quarta-feira (7), no site no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). O Ministério da Educação (MEC) confirmou a nova data do exame. As provas serão nos dias 5 e 6 de dezembro.
Quando foram divulgados os antigos locais de prova, o Inep recebeu reclamações de candidatos afirmando que tinham sido alocados em municípios diferentes daqueles em que moravam.
Segundo o instituto, alguns candidatos tinham selecionado o município errado no momento da inscrição. Foram recebidas cerca de 400 ocorrências desse tipo.
Segundo o ministro Fernando Haddad, o horário das provas está mantido. Os exames começam às 13h (horário de Brasília), tanto no sábado como no domingo. Os locais de prova definitivos deverão ser anunciados posteriormente pelo MEC. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 61 61 61.
Quando foram divulgados os antigos locais de prova, o Inep recebeu reclamações de candidatos afirmando que tinham sido alocados em municípios diferentes daqueles em que moravam.
Segundo o instituto, alguns candidatos tinham selecionado o município errado no momento da inscrição. Foram recebidas cerca de 400 ocorrências desse tipo.
Segundo o ministro Fernando Haddad, o horário das provas está mantido. Os exames começam às 13h (horário de Brasília), tanto no sábado como no domingo. Os locais de prova definitivos deverão ser anunciados posteriormente pelo MEC. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 61 61 61.
MEC define nova data de aplicação do Enem; será nos dias 5 e 6/12
O MEC (Ministério da Educação) definiu terça-feira (6) a nova data de aplicação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009. A prova, que foi adiada por vazamento de seu conteúdo, será aplicada nos dias 5 e 6 de dezembro. A informação é do gabinete do Ministério da Educação.
A data será levada ao Ministério da Justiça, em reunião entre o ministro da Educação, Fernando Haddad, e o da Justiça, Tarso Genro.
Ainda é possível uma nova alteração no calendário, caso o Ministério da Justiça não dê aval para aplicação por questões de segurança.
De acordo com o MEC, os Correios deverão fazer a distribuição dos lotes de exame a todo o país. Já o Exército ficará responsável pela segurança do armazenamento da avaliação.
O ministério havia escolhido duas alternativas para a aplicação do exame: ou o último fim de semana de novembro ou o primeiro de dezembro.
De acordo com o presidente da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), Alan Barbiero, o ministério aventou as duas possibilidades e escolheu de acordo com o menor impacto para vestibulares de todo o país.
Vestibulares em 5 e 6 de dezembro
Na data prevista para o novo Enem 2009, estão marcadas provas dos vestibulares da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e das Fatecs (Faculdades de Tecnologia) de São Paulo, por exemplo.
Investigação da PF
O grupo que vazou o Enem furtou ao menos dois exemplares da prova.Mas a Polícia Federal já investiga a possibilidade de outro conjunto de questões também ter sido subtraído antes da prova.
Aumentou o número de suspeitos de envolvimento no vazamento, com a confissão de dois jovens contratados pelo Connasel (Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção, responsável pela produção e aplicação da prova), que admitiram ter retirado exemplares da prova de dentro da gráfica Plural, que imprimia os exames.
Até segunda-feira, cinco pessoas já haviam sido indiciadas: Felipe Pradella (furto, violação de sigilo e extorsão); o dono de pizzaria Luciano Rodrigues e o DJ Gregory Camilo Craid (violação de sigilo, corrupção passiva e estelionato); "Felipe" e "Marcelo", os novos personagens (furto e violação de sigilo).
A polícia investiga agora a participação de uma mulher no furto de uma terceira prova.
A PF interrogou Felipe Pradella, o "organizador de caixas" contratado pela Connasel, fotografado quando tentava vender, por R$ 500 mil, um exemplar da prova para jornalistas de "O Estado de S. Paulo", que noticiou o vazamento.
Pradella negou que tenha furtado a prova. Segundo sua advogada, ele confessou ter recebido a prova das mãos de um amigo que prestava serviços dentro da gráfica. Pradella admitiu que tentou vender a prova aos jornalistas.
Por indicação de Pradella, a polícia chegou ao nome de um dos rapazes que teria furtado o exame. Este, por sua vez, denunciou o terceiro nome, que também trabalhava dentro da gráfica. "Felipe" e "Marcelo" tornaram-se, assim, suspeitos de coautoria no crime de furto.
A data será levada ao Ministério da Justiça, em reunião entre o ministro da Educação, Fernando Haddad, e o da Justiça, Tarso Genro.
Ainda é possível uma nova alteração no calendário, caso o Ministério da Justiça não dê aval para aplicação por questões de segurança.
De acordo com o MEC, os Correios deverão fazer a distribuição dos lotes de exame a todo o país. Já o Exército ficará responsável pela segurança do armazenamento da avaliação.
O ministério havia escolhido duas alternativas para a aplicação do exame: ou o último fim de semana de novembro ou o primeiro de dezembro.
De acordo com o presidente da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), Alan Barbiero, o ministério aventou as duas possibilidades e escolheu de acordo com o menor impacto para vestibulares de todo o país.
Vestibulares em 5 e 6 de dezembro
Na data prevista para o novo Enem 2009, estão marcadas provas dos vestibulares da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e das Fatecs (Faculdades de Tecnologia) de São Paulo, por exemplo.
Investigação da PF
O grupo que vazou o Enem furtou ao menos dois exemplares da prova.Mas a Polícia Federal já investiga a possibilidade de outro conjunto de questões também ter sido subtraído antes da prova.
Aumentou o número de suspeitos de envolvimento no vazamento, com a confissão de dois jovens contratados pelo Connasel (Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção, responsável pela produção e aplicação da prova), que admitiram ter retirado exemplares da prova de dentro da gráfica Plural, que imprimia os exames.
Até segunda-feira, cinco pessoas já haviam sido indiciadas: Felipe Pradella (furto, violação de sigilo e extorsão); o dono de pizzaria Luciano Rodrigues e o DJ Gregory Camilo Craid (violação de sigilo, corrupção passiva e estelionato); "Felipe" e "Marcelo", os novos personagens (furto e violação de sigilo).
A polícia investiga agora a participação de uma mulher no furto de uma terceira prova.
A PF interrogou Felipe Pradella, o "organizador de caixas" contratado pela Connasel, fotografado quando tentava vender, por R$ 500 mil, um exemplar da prova para jornalistas de "O Estado de S. Paulo", que noticiou o vazamento.
Pradella negou que tenha furtado a prova. Segundo sua advogada, ele confessou ter recebido a prova das mãos de um amigo que prestava serviços dentro da gráfica. Pradella admitiu que tentou vender a prova aos jornalistas.
Por indicação de Pradella, a polícia chegou ao nome de um dos rapazes que teria furtado o exame. Este, por sua vez, denunciou o terceiro nome, que também trabalhava dentro da gráfica. "Felipe" e "Marcelo" tornaram-se, assim, suspeitos de coautoria no crime de furto.
Correios, Força Nacional e PF devem atuar no próximo Enem.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, anunciou segunda-feira (5) o cancelamento do contrato com o Connasel, consórcio responsável por aplicar a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que vazou na última semana, provocando o adiamento do teste. O rompimento, segundo Fernandes, foi bilateral.
O Ministério da Educação (MEC) tem duas opções: fazer um contrato de emergência ou tentar algum outro dispositivo de dispensa de licitação. “Já estamos em estágio avançado em negociações com quem fez o Enem em anos anteriores, como Cespe e Cesgranrio”, disse Fernandes.
Cespe e Cesgranrio já haviam aplicado juntas o Enem nos últimos três anos. Inicialmente, as duas empresas não quiseram participar da licitação, mas devem agora atuar juntas.
Já estamos em estágio avançado em negociações com quem fez o Enem em anos anteriores, como Cespe e Cesgranrio.
O Connasel, consórcio que organizaou o exame cuja prova vazou e que é formado pelas empresas Consultec (BA), Funrio (RJ) e Instituto Cetro (SP), se reuniu com Fernandes na última sexta (2), em um encontro que entrou a madrugada, e na tarde desta segunda. Na semana passada, a reunião foi suspensa, pois o consórcio pediu mais tempo para reunir as informações pedidas pelo governo.
Na sexta, a presidente do Connasel e sócia-diretora da Consultec, Itana Marques Silva, disse que não houve fragilidade na segurança do Enem. “Não houve fragilidade na segurança do Enem. Quando o promotor de concurso assina um contrato com o Inep/MEC [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais], há protocolos, rotinas e compromissos que são muito rigorosos. Todos os critérios de segurança estabelecidos, acrescidos da nossa prática, foram executados”, afirmou.
O Inep já havia pagado cerca de 1/3 do contrato ao consórcio, algo em torno de R$ 38 milhões. “Quando o contrato entrou em suspeição, o Inep parou os pagamentos. Se ficar provado que é de responsabilidade do consórcio [o vazamento], eu sou obrigado a entrar com pedido de ressarcimento na Justiça”, disse Reynaldo Fernandes.
O Connasel terá um prazo para defesa e o governo ainda vai verificar se há algo a ser pago ao consórcio. O fim do contrato foi acertado bilateralmente. O valor a ser pago pelas novas empresas, responsável pela aplicação e correção da prova, ainda será definido e deve ser anunciado na quarta-feira.
Correios, Força Nacional e PF
Órgãos do próprio governo vão ajudar na realização do novo exame do Enem. Os Correios vão participar da distribuição das provas. A Força Nacional de Segurança e a Polícia Federal, por sua vez, serão responsáveis pela segurança.
O MEC estuda duas datas para a aplicação do Enem: o último fim de semana de novembro ou o primeiro fim de semana de dezembro. Em último caso, o ministério estuda realizar o exame em um dia de semana e decretar feriado estudantil.
Ao todo, 68 universidades têm convênio com o MEC para usar os pontos do Enem no processo de seleção. O presidente da Andifes, Alan Barbiero, que representa instituições federais de ensino superior, disse que as universidades podem atrasar em 15 dias o início das aulas. Ele deixou claro, no entanto, que a decisão cabe a cada universidade. O MEC se comprometeu a anunciar a nova data do Enem na próxima quarta-feira (7).
O Ministério da Educação (MEC) tem duas opções: fazer um contrato de emergência ou tentar algum outro dispositivo de dispensa de licitação. “Já estamos em estágio avançado em negociações com quem fez o Enem em anos anteriores, como Cespe e Cesgranrio”, disse Fernandes.
Cespe e Cesgranrio já haviam aplicado juntas o Enem nos últimos três anos. Inicialmente, as duas empresas não quiseram participar da licitação, mas devem agora atuar juntas.
Já estamos em estágio avançado em negociações com quem fez o Enem em anos anteriores, como Cespe e Cesgranrio.
O Connasel, consórcio que organizaou o exame cuja prova vazou e que é formado pelas empresas Consultec (BA), Funrio (RJ) e Instituto Cetro (SP), se reuniu com Fernandes na última sexta (2), em um encontro que entrou a madrugada, e na tarde desta segunda. Na semana passada, a reunião foi suspensa, pois o consórcio pediu mais tempo para reunir as informações pedidas pelo governo.
Na sexta, a presidente do Connasel e sócia-diretora da Consultec, Itana Marques Silva, disse que não houve fragilidade na segurança do Enem. “Não houve fragilidade na segurança do Enem. Quando o promotor de concurso assina um contrato com o Inep/MEC [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais], há protocolos, rotinas e compromissos que são muito rigorosos. Todos os critérios de segurança estabelecidos, acrescidos da nossa prática, foram executados”, afirmou.
O Inep já havia pagado cerca de 1/3 do contrato ao consórcio, algo em torno de R$ 38 milhões. “Quando o contrato entrou em suspeição, o Inep parou os pagamentos. Se ficar provado que é de responsabilidade do consórcio [o vazamento], eu sou obrigado a entrar com pedido de ressarcimento na Justiça”, disse Reynaldo Fernandes.
O Connasel terá um prazo para defesa e o governo ainda vai verificar se há algo a ser pago ao consórcio. O fim do contrato foi acertado bilateralmente. O valor a ser pago pelas novas empresas, responsável pela aplicação e correção da prova, ainda será definido e deve ser anunciado na quarta-feira.
Correios, Força Nacional e PF
Órgãos do próprio governo vão ajudar na realização do novo exame do Enem. Os Correios vão participar da distribuição das provas. A Força Nacional de Segurança e a Polícia Federal, por sua vez, serão responsáveis pela segurança.
O MEC estuda duas datas para a aplicação do Enem: o último fim de semana de novembro ou o primeiro fim de semana de dezembro. Em último caso, o ministério estuda realizar o exame em um dia de semana e decretar feriado estudantil.
Ao todo, 68 universidades têm convênio com o MEC para usar os pontos do Enem no processo de seleção. O presidente da Andifes, Alan Barbiero, que representa instituições federais de ensino superior, disse que as universidades podem atrasar em 15 dias o início das aulas. Ele deixou claro, no entanto, que a decisão cabe a cada universidade. O MEC se comprometeu a anunciar a nova data do Enem na próxima quarta-feira (7).
Federais poderão alterar calendário letivo para usar Enem 2009 como vestibular
O presidente da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), Alan Barbiero, afirmou nesta segunda-feira (5) que não vai interferir na decisão sobre a nova data do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Mas ressaltou que, caso necessário, as instituições podem adaptar seus calendários letivos para manter a avaliação do MEC (Ministério da Educação) como vestibular.
O Enem devia ter sido aplicado a mais de 4 milhões de estudantes neste fim de semana, mas foi cancelado por conta de um vazamento da prova. Este ano, várias instituições federais incluíram a avaliação em seu processo seletivo.
As instituições poderão adaptar seus calendários para que as aulas comecem um pouco mais tarde, sem deixar de oferecer cem dias letivos por semestre - obrigatórios pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Dentro dessa garantia, ele disse ser possível adiar o início das aulas em até 15 dias, por exemplo.
"Nosso limite é não prejudicar o ingresso dos alunos para o semestre. Podemos esperar fazer um ajuste de 15 dias? Podemos. Mas, se tiver algum problema e tivermos que esperar dois meses, isso não poderá acontecer".
Decisão é de cada federal
"Cada universidade participou do Enem de maneira autônoma e, nesse sentido, não estamos opinando em relação a uma data coletiva. Essa decisão caberá ao Ministério da Educação", disse.
Barbiero afirmou que a prioridade é garantir a entrada dos estudantes nas instituições no primeiro semestre do próximo ano. "Queremos garantir o sucesso do Enem, mas é claro que temos grande preocupação em garantir o ingresso dos estudantes no início do semestre. Vamos fazer esforço muito grande para conseguir adaptar esses dois pontos".
O presidente do Conif (Conselho das Instituições da Rede Federal de Educação, Ciência e Tecnologia), Paulo César Pereira, disse que a expectativa é que a data a ser definida pelo ministério seja "a mais próxima possível".
A Andifes ressaltou, contudo, que está "confiando" no levantamento que o MEC faz em busca da nova data para a prova. "O ministério nos passou uma confiança sobre todas as providências que está tomando e nós estamos mantendo nossa confiança nesse processo".
Pereira disse que, apesar do vazamento da prova, os institutos federais "mantêm o posicionamento de continuar selecionando os alunos pelo Enem". "Nenhum instituto recuou na utilização do exame como meio de seleção".
O Enem devia ter sido aplicado a mais de 4 milhões de estudantes neste fim de semana, mas foi cancelado por conta de um vazamento da prova. Este ano, várias instituições federais incluíram a avaliação em seu processo seletivo.
As instituições poderão adaptar seus calendários para que as aulas comecem um pouco mais tarde, sem deixar de oferecer cem dias letivos por semestre - obrigatórios pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Dentro dessa garantia, ele disse ser possível adiar o início das aulas em até 15 dias, por exemplo.
"Nosso limite é não prejudicar o ingresso dos alunos para o semestre. Podemos esperar fazer um ajuste de 15 dias? Podemos. Mas, se tiver algum problema e tivermos que esperar dois meses, isso não poderá acontecer".
Decisão é de cada federal
"Cada universidade participou do Enem de maneira autônoma e, nesse sentido, não estamos opinando em relação a uma data coletiva. Essa decisão caberá ao Ministério da Educação", disse.
Barbiero afirmou que a prioridade é garantir a entrada dos estudantes nas instituições no primeiro semestre do próximo ano. "Queremos garantir o sucesso do Enem, mas é claro que temos grande preocupação em garantir o ingresso dos estudantes no início do semestre. Vamos fazer esforço muito grande para conseguir adaptar esses dois pontos".
O presidente do Conif (Conselho das Instituições da Rede Federal de Educação, Ciência e Tecnologia), Paulo César Pereira, disse que a expectativa é que a data a ser definida pelo ministério seja "a mais próxima possível".
A Andifes ressaltou, contudo, que está "confiando" no levantamento que o MEC faz em busca da nova data para a prova. "O ministério nos passou uma confiança sobre todas as providências que está tomando e nós estamos mantendo nossa confiança nesse processo".
Pereira disse que, apesar do vazamento da prova, os institutos federais "mantêm o posicionamento de continuar selecionando os alunos pelo Enem". "Nenhum instituto recuou na utilização do exame como meio de seleção".
MEC estuda aplicar Enem no último fim de semana de novembro ou no primeiro de dezembro
Claudia Andrade
Do UOL Notícias
Em Brasília
O MEC (Ministério da Educação) estuda aplicar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 no último fim de semana de novembro ou no primeiro de dezembro. A data oficial, contudo, deverá ser informada somente nesta quarta-feira (7).
A prova, que seria realizada em 3 e 4 de outubro, foi adiada por vazamento de seu conteúdo. Mais de 4 milhões de estudantes aguardam a divulgação dos novos dias de exame.
Do UOL Notícias
Em Brasília
O MEC (Ministério da Educação) estuda aplicar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 no último fim de semana de novembro ou no primeiro de dezembro. A data oficial, contudo, deverá ser informada somente nesta quarta-feira (7).
A prova, que seria realizada em 3 e 4 de outubro, foi adiada por vazamento de seu conteúdo. Mais de 4 milhões de estudantes aguardam a divulgação dos novos dias de exame.
PRA VOCE SABER...
26/08/2009
Diploma de uma faculdade a distância tem o mesmo valor que o de uma presencial?
Os cursos de graduação a distância, aqueles que o aluno faz sem praticamente ir à universidade, estão no centro de uma polêmica.
Enquanto proliferam no Brasil – de 40 000 matrículas, em 2002, já contam com 760 000 –, eles suscitam críticas variadas. Na última paralisação da USP, em junho, essa modalidade de ensino, que já se decidiu implantar ali, foi demonizada pelos grevistas.
Eles diziam se tratar de uma graduação de "segunda categoria" que acabaria por manchar a reputação da universidade. Essa mesma ideia justificou as sucessivas negativas dadas por governos ao pleito das faculdades para regulamentar a graduação a distância no país. Na década de 80, ela chegou a ser referida em rodas de Ph.Ds. pelo pejorativo apelido de "supletivo de smoking"."
Parte da desconfiança em relação a tais cursos vem do próprio mercado. "É necessário mais tempo para que as grandes empresas entendam que esse diploma vale tanto quanto o outro", avalia Sofia Esteves, que faz recrutamento de estagiários e trainees.
Diploma de uma faculdade a distância tem o mesmo valor que o de uma presencial?
Os cursos de graduação a distância, aqueles que o aluno faz sem praticamente ir à universidade, estão no centro de uma polêmica.
Enquanto proliferam no Brasil – de 40 000 matrículas, em 2002, já contam com 760 000 –, eles suscitam críticas variadas. Na última paralisação da USP, em junho, essa modalidade de ensino, que já se decidiu implantar ali, foi demonizada pelos grevistas.
Eles diziam se tratar de uma graduação de "segunda categoria" que acabaria por manchar a reputação da universidade. Essa mesma ideia justificou as sucessivas negativas dadas por governos ao pleito das faculdades para regulamentar a graduação a distância no país. Na década de 80, ela chegou a ser referida em rodas de Ph.Ds. pelo pejorativo apelido de "supletivo de smoking"."
Parte da desconfiança em relação a tais cursos vem do próprio mercado. "É necessário mais tempo para que as grandes empresas entendam que esse diploma vale tanto quanto o outro", avalia Sofia Esteves, que faz recrutamento de estagiários e trainees.
MEC rompe com consórcio do Enem e Polícia Federal indicia 5 pela fraude
O MEC (Ministério da Educação) anunciou, na noite de segunda (5), o rompimento do contrato com a Connasel, consórcio que venceu a licitação para realizar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O consórcio é liderado pela empresa baiana Consultec e também é formado pela FunRio e pelo instituto Cetro. O ministro da Educação, Fernando Haddad, prometeu que a nova data do exame sai nesta quarta.
Com o afastamento do Connasel, foi acertado que a Fundação Cesgranrio e o Cespe/UnB, que já realizaram a prova em anos anteriores, assumirão o novo exame, com o apoio dos Correios. O governo ainda estuda contar com a Força Nacional de Segurança e, entre outros órgãos públicos, com o Banco do Brasil.
O Enem foi adiado na quinta-feira passada, depois que foi confirmado o vazamento de uma prova. A Polícia Federal indiciou, nesta segunda, mais três acusados de envolvimento no escândalo: Felipe Pradella, de 32 anos, apontado como mentor da trama, e dois colegas dele, identificados como Felipe e Marcelo. Todos trabalhavam na gráfica Plural, onde foram impressas as provas.
Agora são cinco os suspeitos da Polícia Federal (PF) na execução do delito. Dois investigados já eram conhecidos: o empresário Luciano Rodrigues, dono de uma pizzaria nos Jardins, e o DJ Gregory Camillo Craid. Até aqui, a PF não pediu a custódia do grupo porque todos se apresentaram espontaneamente. Para a PF, o caso está esclarecido.
Com o afastamento do Connasel, foi acertado que a Fundação Cesgranrio e o Cespe/UnB, que já realizaram a prova em anos anteriores, assumirão o novo exame, com o apoio dos Correios. O governo ainda estuda contar com a Força Nacional de Segurança e, entre outros órgãos públicos, com o Banco do Brasil.
O Enem foi adiado na quinta-feira passada, depois que foi confirmado o vazamento de uma prova. A Polícia Federal indiciou, nesta segunda, mais três acusados de envolvimento no escândalo: Felipe Pradella, de 32 anos, apontado como mentor da trama, e dois colegas dele, identificados como Felipe e Marcelo. Todos trabalhavam na gráfica Plural, onde foram impressas as provas.
Agora são cinco os suspeitos da Polícia Federal (PF) na execução do delito. Dois investigados já eram conhecidos: o empresário Luciano Rodrigues, dono de uma pizzaria nos Jardins, e o DJ Gregory Camillo Craid. Até aqui, a PF não pediu a custódia do grupo porque todos se apresentaram espontaneamente. Para a PF, o caso está esclarecido.
SUSPEITO NEGA FURTO DE PROVA DO ENEM
A advogada Claudete Pinheiro da Silva, que defende Felipe Pradella, de 32 anos, indiciado pelo envolvimento no vazamento da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), negou nesta segunda-feira (5) que o rapaz tenha sido o responsável pelo furto da prova.
Segundo Claudete, ele não quis vender o exame e, sim, fazer uma denúncia. “Eles [Pradella e o amigo, o DJ Gregory Camillo Craid] queriam denunciar a fragilidade da gráfica. A prova [do Enem] era uma prova de que os serviços eram deficitários.” O objetivo, afirma, era mostrar que os serviços prestados pela gráfica eram "falhíssimos" e "dar um furo jornalístico". "Ele [Pradella] acreditou que era um furo jornalístico e não um ilícito penal."
A imprensa procurou por Craid, mas ele disse que não falaria sobre o assunto nesta semana. Craid afirmou que tudo o que precisava dizer sobre o caso consta no depoimento prestado por ele à Polícia Federal.
A notícia de quebra do sigilo do exame, revelada pelo “O Estado de S.Paulo”, fez com que o Ministério da Educação cancelasse, na quinta-feira (1º), a prova que seria aplicada no sábado (3) e no domingo (4) para mais de 4 milhões de estudantes.
Pradella tinha sido contratado como temporário para trabalhar na arrumação de caixas na gráfica. A contratação foi feita pelo instituto Cetro, que faz parte do Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção (Connasel), responsável pelo processo de produção e de distribuição do exame. Segundo a advogada, a profissão de Pradella é de corretor de imóveis, mas ele havia sido contratado por apenas uma semana para fazer a conferência e lacrar caixas na gráfica.
Pradella deixou a sede da Polícia Federal, na Zona Oeste de São Paulo, às 17h35 desta segunda, após prestar depoimento. Pradella foi indiciado por extorsão, artigo 155 e 325.
Além dele, também prestaram depoimento um rapaz apontado por ele como o responsável pelo furto e outro rapaz, que também que estaria envolvido na retirada da prova. Os três foram indiciados pela PF nesta segunda. "Um dos três admitiram e não foi o Felipe, mas não posso falar pelos demais", afirmou Claudete.
No total, cinco pessoas foram indiciadas. No sábado (3), já haviam sido indiciados por suspeita de participação no vazamento o publicitário e dono de uma pizzaria Luciano Rodrigues e o DJ Gregory Camillo Craid.
A defensora de Pradella afirmou ainda que a Polícia Federal já começou a analisar as imagens do circuito interno de TV da gráfica. "As imagens não mostram quem furtou a prova. Pelas imagens, você vê que todo mundo tinha acesso às provas."
O advogado Luiz Vicente Bezinelli, que defende o dono da pizzaria, esteve na sede da Polícia Federal na tarde desta segunda para ver o inquérito e decidir como vai proceder na defesa de seu cliente.
O advogado disse que deve entrar com habeas corpus na quarta-feira (7) - quando o inquérito pode estar concluído - para retirar as acusações contra seu cliente. Segundo ele, o dono da pizzaria não cometeu crime e o erro dele foi procurar a imprensa em vez de informar a polícia. “Ele pensou no furo jornalístico. Ele é publicitário, já trabalhou no ‘O Estado de S.Paulo’”.
O dono da pizzaria já trabalhou no departamento comercial de “O Estado de S.Paulo” e telefonou para a redação do jornal e também da “Folha de S. Paulo” para contar a denúncia para os jornalistas.
O defensor afirmou que seu cliente viu apenas que era um papel azul e que tinha um símbolo do governo federal, mas não chegou a olhar com atenção a prova.
Bezinelli disse que, em um primeiro momento, Rodrigues não sabia que os rapazes tinham interesse em vender a prova e pensava que se tratava apenas de uma denúncia. Mas depois, quando conversava com uma jornalista ao telefone, viu os dois discutindo, falando que podiam ganhar um dinheiro com o fato. O advogado disse que Rodrigues alertou aos rapazes que a imprensa não pagaria por aquilo e que ia querer denunciar.
Segundo Claudete, ele não quis vender o exame e, sim, fazer uma denúncia. “Eles [Pradella e o amigo, o DJ Gregory Camillo Craid] queriam denunciar a fragilidade da gráfica. A prova [do Enem] era uma prova de que os serviços eram deficitários.” O objetivo, afirma, era mostrar que os serviços prestados pela gráfica eram "falhíssimos" e "dar um furo jornalístico". "Ele [Pradella] acreditou que era um furo jornalístico e não um ilícito penal."
A imprensa procurou por Craid, mas ele disse que não falaria sobre o assunto nesta semana. Craid afirmou que tudo o que precisava dizer sobre o caso consta no depoimento prestado por ele à Polícia Federal.
A notícia de quebra do sigilo do exame, revelada pelo “O Estado de S.Paulo”, fez com que o Ministério da Educação cancelasse, na quinta-feira (1º), a prova que seria aplicada no sábado (3) e no domingo (4) para mais de 4 milhões de estudantes.
Pradella tinha sido contratado como temporário para trabalhar na arrumação de caixas na gráfica. A contratação foi feita pelo instituto Cetro, que faz parte do Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção (Connasel), responsável pelo processo de produção e de distribuição do exame. Segundo a advogada, a profissão de Pradella é de corretor de imóveis, mas ele havia sido contratado por apenas uma semana para fazer a conferência e lacrar caixas na gráfica.
Pradella deixou a sede da Polícia Federal, na Zona Oeste de São Paulo, às 17h35 desta segunda, após prestar depoimento. Pradella foi indiciado por extorsão, artigo 155 e 325.
Além dele, também prestaram depoimento um rapaz apontado por ele como o responsável pelo furto e outro rapaz, que também que estaria envolvido na retirada da prova. Os três foram indiciados pela PF nesta segunda. "Um dos três admitiram e não foi o Felipe, mas não posso falar pelos demais", afirmou Claudete.
No total, cinco pessoas foram indiciadas. No sábado (3), já haviam sido indiciados por suspeita de participação no vazamento o publicitário e dono de uma pizzaria Luciano Rodrigues e o DJ Gregory Camillo Craid.
A defensora de Pradella afirmou ainda que a Polícia Federal já começou a analisar as imagens do circuito interno de TV da gráfica. "As imagens não mostram quem furtou a prova. Pelas imagens, você vê que todo mundo tinha acesso às provas."
O advogado Luiz Vicente Bezinelli, que defende o dono da pizzaria, esteve na sede da Polícia Federal na tarde desta segunda para ver o inquérito e decidir como vai proceder na defesa de seu cliente.
O advogado disse que deve entrar com habeas corpus na quarta-feira (7) - quando o inquérito pode estar concluído - para retirar as acusações contra seu cliente. Segundo ele, o dono da pizzaria não cometeu crime e o erro dele foi procurar a imprensa em vez de informar a polícia. “Ele pensou no furo jornalístico. Ele é publicitário, já trabalhou no ‘O Estado de S.Paulo’”.
O dono da pizzaria já trabalhou no departamento comercial de “O Estado de S.Paulo” e telefonou para a redação do jornal e também da “Folha de S. Paulo” para contar a denúncia para os jornalistas.
O defensor afirmou que seu cliente viu apenas que era um papel azul e que tinha um símbolo do governo federal, mas não chegou a olhar com atenção a prova.
Bezinelli disse que, em um primeiro momento, Rodrigues não sabia que os rapazes tinham interesse em vender a prova e pensava que se tratava apenas de uma denúncia. Mas depois, quando conversava com uma jornalista ao telefone, viu os dois discutindo, falando que podiam ganhar um dinheiro com o fato. O advogado disse que Rodrigues alertou aos rapazes que a imprensa não pagaria por aquilo e que ia querer denunciar.
Prédio onde provas do Enem são elaboradas tem câmeras, códigos e cofre
Para tentar evitar novas fraudes a PF pode supervisionar a segurança.
Outra possibilidade é chamar a Força Nacional.
Do G1, com informações do Bom Dia Brasil
O Ministério da Educação autorizou a entrada de uma equipe do Bom Dia Brasil no prédio onde as provas do Enem são elaboradas em Brasília. Câmeras, códigos e cofre estão espalhados pelo edifício. Mas agora, para tentar evitar novas fraudes o ministério quer que a inteligência da Polícia Federal supervisione a segurança. Outra possibilidade é chamar a Força Nacional.
A materia foi exibida no Bom Dia Brasil
Já a nova data do Enem deve ser divulgada na quarta-feira (7).
As câmeras no alto são apenas uma pequena amostra do aparato de segurança dentro do prédio. No Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), tudo é monitorado.
Nossos passos são acompanhados por dezenas de câmeras instaladas nas salas e corredores, em todos os andares.
A segurança é tão rigorosa que nenhum dos funcionários do corpo técnico do Inep está sequer autorizado a aparecer nas imagens desta reportagem. O acesso de visitantes também é controlado. Por exemplo, se você tem o crachá que dá acesso ao sexto andar, não adianta tentar entrar no terceiro, andar do Enem. Entrada proibida.
Vamos direto ao local onde as provas são elaboradas. Apenas cinco pessoas estão autorizadas a passar. O terceiro andar, o andar do Enem, é como um cofre de banco. Enfrentamos mais uma vez a segurança.
Nenhum aparelho eletrônico é permitido, para que as questões não sejam copiadas. Os computadores instalados só funcionam se três pessoas autorizadas estiverem conectadas ao mesmo tempo. Tudo programado para que ninguém mexa nos arquivos sozinho. Nós somos retirados rapidamente.
Nos computadores, é possível acessar um banco de dados que guarda mais de 1,8 mil questões de prova que podem ser usadas no Enem. O grupo que cria o exame salva a versão final, mas nada é impresso. O teste definitivo é transmitido para a área mais protegida do instituto.
O sétimo andar é o setor mais importante do edifício do Inep. É em uma sala que todos os dados do Enem ficam armazenados até seguirem para a gráfica. Da porta, nem o presidente do instituto está autorizado a passar.
Agora o reconhecimento é pela impressão digital. A porta da área mais restrita pesa 480 quilos e só pode ser aberta eletronicamente. Os equipamentos mantêm inalteradas a umidade, a temperatura e até a composição de gases para preservar o material arquivado. Bem longe da imagem da burocracia, não encontramos uma única folha de papel. Todas as provas ficam em meio eletrônico até serem levadas para a gráfica em um CD lacrado.
O instituto conta com duas centrais de monitoramento por vídeo. Uma controla os corredores e salas dos funcionários. Em outra, seguranças recebem imagens das duas salas principais: a do terceiro andar, onde as provas foram feitas, e a câmara fechada que funciona como a memória do instituto.
No domingo, em Brasília, o ministro da Educação, Fernando Hadadd, disse que o caso do vazamento da prova está praticamente resolvido. A nova prova está pronta. As datas e a logística para a aplicação dos testes serão definidas esta semana. Não está descartada a substituição do consórcio responsável pela prova anulada por soldados da Força Nacional de Segurança.
“Nós queremos a inteligência da Polícia Federal para que possa, à vista do mapeamento do processo, verificar os pontos que precisem eventualmente ser reforçados”, diz o ministro Fernando Hadadd.
Para rescindir o contrato com o consórcio Connasel, responsável pela aplicação do Enem e que reúne empresas de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, o ministério precisa agora encontrar uma solução jurídica que evite, por exemplo, o pagamento de multa.
Outra possibilidade é chamar a Força Nacional.
Do G1, com informações do Bom Dia Brasil
O Ministério da Educação autorizou a entrada de uma equipe do Bom Dia Brasil no prédio onde as provas do Enem são elaboradas em Brasília. Câmeras, códigos e cofre estão espalhados pelo edifício. Mas agora, para tentar evitar novas fraudes o ministério quer que a inteligência da Polícia Federal supervisione a segurança. Outra possibilidade é chamar a Força Nacional.
A materia foi exibida no Bom Dia Brasil
Já a nova data do Enem deve ser divulgada na quarta-feira (7).
As câmeras no alto são apenas uma pequena amostra do aparato de segurança dentro do prédio. No Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), tudo é monitorado.
Nossos passos são acompanhados por dezenas de câmeras instaladas nas salas e corredores, em todos os andares.
A segurança é tão rigorosa que nenhum dos funcionários do corpo técnico do Inep está sequer autorizado a aparecer nas imagens desta reportagem. O acesso de visitantes também é controlado. Por exemplo, se você tem o crachá que dá acesso ao sexto andar, não adianta tentar entrar no terceiro, andar do Enem. Entrada proibida.
Vamos direto ao local onde as provas são elaboradas. Apenas cinco pessoas estão autorizadas a passar. O terceiro andar, o andar do Enem, é como um cofre de banco. Enfrentamos mais uma vez a segurança.
Nenhum aparelho eletrônico é permitido, para que as questões não sejam copiadas. Os computadores instalados só funcionam se três pessoas autorizadas estiverem conectadas ao mesmo tempo. Tudo programado para que ninguém mexa nos arquivos sozinho. Nós somos retirados rapidamente.
Nos computadores, é possível acessar um banco de dados que guarda mais de 1,8 mil questões de prova que podem ser usadas no Enem. O grupo que cria o exame salva a versão final, mas nada é impresso. O teste definitivo é transmitido para a área mais protegida do instituto.
O sétimo andar é o setor mais importante do edifício do Inep. É em uma sala que todos os dados do Enem ficam armazenados até seguirem para a gráfica. Da porta, nem o presidente do instituto está autorizado a passar.
Agora o reconhecimento é pela impressão digital. A porta da área mais restrita pesa 480 quilos e só pode ser aberta eletronicamente. Os equipamentos mantêm inalteradas a umidade, a temperatura e até a composição de gases para preservar o material arquivado. Bem longe da imagem da burocracia, não encontramos uma única folha de papel. Todas as provas ficam em meio eletrônico até serem levadas para a gráfica em um CD lacrado.
O instituto conta com duas centrais de monitoramento por vídeo. Uma controla os corredores e salas dos funcionários. Em outra, seguranças recebem imagens das duas salas principais: a do terceiro andar, onde as provas foram feitas, e a câmara fechada que funciona como a memória do instituto.
No domingo, em Brasília, o ministro da Educação, Fernando Hadadd, disse que o caso do vazamento da prova está praticamente resolvido. A nova prova está pronta. As datas e a logística para a aplicação dos testes serão definidas esta semana. Não está descartada a substituição do consórcio responsável pela prova anulada por soldados da Força Nacional de Segurança.
“Nós queremos a inteligência da Polícia Federal para que possa, à vista do mapeamento do processo, verificar os pontos que precisem eventualmente ser reforçados”, diz o ministro Fernando Hadadd.
Para rescindir o contrato com o consórcio Connasel, responsável pela aplicação do Enem e que reúne empresas de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, o ministério precisa agora encontrar uma solução jurídica que evite, por exemplo, o pagamento de multa.
Avaliação pelo TRI pretende acabar com chute
O velho truque do “uni-duni-tê”, que se traduz na língua dos estudantes pelo popular “chutômetro”, vai sair de cena na nova versão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Mas essa artimanha não vai sozinha para o fundo do baú. Junto, vai o antigo costume de terminar a prova e sair correndo para conferir o gabarito.
Nada disso terá mais valor, pois uma tão sofisticada quanto complexa fórmula estatística vai identificar respostas aleatórias na correção do teste e ainda aplicar pesos diferentes para as questões, de acordo com o nível de dificuldade. A superfórmula, um enigma difícil de ser decifrado até mesmo pelos craques em matemática, é conhecida como Teoria de Resposta ao Item (TRI) e é usada, há anos, nos exames de admissão às universidades norte-americanas.
A explicação desse modelo estatístico passa, primeiramente, por um sistema de pesos das questões. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC), órgão responsável pela elaboração e correção do Enem, as perguntas serão agrupadas, de acordo com o grau de dificuldade, em três conjuntos – fáceis, médias e difíceis. E as questões mais complicadas valerão mais pontos que as demais.
Até aí, tudo bem. O problema é que a complexidade da TRI não se resume à escala de pesos. Pela primeira vez, o Inep vai poder definir o perfil de quem faz a prova por meio de uma dinâmica de erros e acertos. “A fórmula identifica o padrão de conhecimento de cada aluno e conclui que alguém com desempenho geral baixo não teria condições de acertar uma questão mais difícil.
Com esse sistema, vamos poder apontar quem chutou uma determinada pergunta, apesar de não haver punição prevista para esses casos. A grande vantagem da TRI é que ela permite ao aluno participar de mais de uma avaliação fazendo uma comparação das notas ao longo do tempo”, explica o diretor de avaliação da educação básica do Inep, Heliton Tavares.
Portanto, a dica para se dar bem no Enem é tentar resolver todas as questões e manter uma boa coerência no índice de acertos. E, depois, é só controlar a ansiedade e aguardar a divulgação do resultado pelo MEC.
Como não será possível conferir o gabarito ou conhecer a escala de pesos, a nota no exame virá sob a forma de um boletim, com a pontuação do aluno em cada uma das quatro áreas. Cada um receberá uma nota (proporção de acertos) e o valor final. Tantas mudanças e novidades deixam estudantes de cabelo em pé. Sem uma receita mágica para se dar bem no exame, a única saída é estudar bastante e testar o conhecimento em simulados e provas antigas do Enem.
“O estilo da prova vai mudar, mas a base de cobrança será a mesma dos anos anteriores. Por isso, estou revendo questões das edições passadas e investindo nos simulados. Faço as provas com um cronômetro ao lado, pois o tempo dedicado a cada pergunta é muito pequeno e vai exigir treino”, diz Raíssa Araújo, de 18 anos, que vai usar a nota do Enem para tentar uma vaga de direito em quatro universidades federais de Minas.
Poder de crítica na redação - Criatividade não é tudo. Para fazer a redação do Enem será preciso ir muito adiante e ser capaz de propor uma solução para a questão apresentada como tema da prova. Essa importante peculiaridade do teste vai exigir do candidato muita informação e habilidade para defender seu ponto de vista com consistência.
Tudo isso sem esquecer as regras básicas de um bom texto: respeito à norma culta, boa argumentação, adequação ao tema e cuidado com a coerência. Para não cair na cilada das generalidades, especialistas recomendam a leitura atenta do noticiário a fim de desenvolver o poder de crítica e contextualização dos fatos. “Os candidatos precisam ter a capacidade de ler questionando, numa atitude investigadora.
Esse é o melhor caminho para ser capaz de fazer associação entre ideias e mostrar boa bagagem cultural e conhecimento de mundo. A redação vai exigir uma proposta de intervenção, um encaminhamento para um determinado problema, e a clareza e organização do texto são fundamentais”, diz a professora de português Giovanna Spotorno.
A estudante Luana Xavier da Silva, de 18 anos, que busca uma vaga no curso de direito, acredita que a redação pode ser o diferencial da prova, principalmente porque vai cobrar conhecimentos cotidianos. “O Enem coloca menos pressão que o vestibular normal porque engloba experiências de vida e de mundo, mas gera insegurança diante do novo modelo de teste e de cobrança”, pondera.
Entre os temas que podem aparecer na prova, a grande aposta são as atualidades – seja Lei Seca, internet, questões de saúde pública (gripe suína), violência, desigualdade social ou conflitos típicos da juventude. Para não se perder nesse rico cardápio de assuntos, estudantes dedicam tempo à prática. “Faço pelo menos duas redações por semana.
O objetivo é passar pelos temas que têm mais chances de serem cobrados. Isso dá mais segurança e firmeza na hora de redigir o texto do Enem. E, nas horas de descanso, a regra é assistir ao noticiário da TV e procurar notícias na internet, em jornais e revistas”, conta Bruno Alvarenga Fonseca, de 17, que sempre estuda ao lado da namorada, Francianne Torres, da mesma idade. (GT)
Fonte: Estado de Minas
Nada disso terá mais valor, pois uma tão sofisticada quanto complexa fórmula estatística vai identificar respostas aleatórias na correção do teste e ainda aplicar pesos diferentes para as questões, de acordo com o nível de dificuldade. A superfórmula, um enigma difícil de ser decifrado até mesmo pelos craques em matemática, é conhecida como Teoria de Resposta ao Item (TRI) e é usada, há anos, nos exames de admissão às universidades norte-americanas.
A explicação desse modelo estatístico passa, primeiramente, por um sistema de pesos das questões. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC), órgão responsável pela elaboração e correção do Enem, as perguntas serão agrupadas, de acordo com o grau de dificuldade, em três conjuntos – fáceis, médias e difíceis. E as questões mais complicadas valerão mais pontos que as demais.
Até aí, tudo bem. O problema é que a complexidade da TRI não se resume à escala de pesos. Pela primeira vez, o Inep vai poder definir o perfil de quem faz a prova por meio de uma dinâmica de erros e acertos. “A fórmula identifica o padrão de conhecimento de cada aluno e conclui que alguém com desempenho geral baixo não teria condições de acertar uma questão mais difícil.
Com esse sistema, vamos poder apontar quem chutou uma determinada pergunta, apesar de não haver punição prevista para esses casos. A grande vantagem da TRI é que ela permite ao aluno participar de mais de uma avaliação fazendo uma comparação das notas ao longo do tempo”, explica o diretor de avaliação da educação básica do Inep, Heliton Tavares.
Portanto, a dica para se dar bem no Enem é tentar resolver todas as questões e manter uma boa coerência no índice de acertos. E, depois, é só controlar a ansiedade e aguardar a divulgação do resultado pelo MEC.
Como não será possível conferir o gabarito ou conhecer a escala de pesos, a nota no exame virá sob a forma de um boletim, com a pontuação do aluno em cada uma das quatro áreas. Cada um receberá uma nota (proporção de acertos) e o valor final. Tantas mudanças e novidades deixam estudantes de cabelo em pé. Sem uma receita mágica para se dar bem no exame, a única saída é estudar bastante e testar o conhecimento em simulados e provas antigas do Enem.
“O estilo da prova vai mudar, mas a base de cobrança será a mesma dos anos anteriores. Por isso, estou revendo questões das edições passadas e investindo nos simulados. Faço as provas com um cronômetro ao lado, pois o tempo dedicado a cada pergunta é muito pequeno e vai exigir treino”, diz Raíssa Araújo, de 18 anos, que vai usar a nota do Enem para tentar uma vaga de direito em quatro universidades federais de Minas.
Poder de crítica na redação - Criatividade não é tudo. Para fazer a redação do Enem será preciso ir muito adiante e ser capaz de propor uma solução para a questão apresentada como tema da prova. Essa importante peculiaridade do teste vai exigir do candidato muita informação e habilidade para defender seu ponto de vista com consistência.
Tudo isso sem esquecer as regras básicas de um bom texto: respeito à norma culta, boa argumentação, adequação ao tema e cuidado com a coerência. Para não cair na cilada das generalidades, especialistas recomendam a leitura atenta do noticiário a fim de desenvolver o poder de crítica e contextualização dos fatos. “Os candidatos precisam ter a capacidade de ler questionando, numa atitude investigadora.
Esse é o melhor caminho para ser capaz de fazer associação entre ideias e mostrar boa bagagem cultural e conhecimento de mundo. A redação vai exigir uma proposta de intervenção, um encaminhamento para um determinado problema, e a clareza e organização do texto são fundamentais”, diz a professora de português Giovanna Spotorno.
A estudante Luana Xavier da Silva, de 18 anos, que busca uma vaga no curso de direito, acredita que a redação pode ser o diferencial da prova, principalmente porque vai cobrar conhecimentos cotidianos. “O Enem coloca menos pressão que o vestibular normal porque engloba experiências de vida e de mundo, mas gera insegurança diante do novo modelo de teste e de cobrança”, pondera.
Entre os temas que podem aparecer na prova, a grande aposta são as atualidades – seja Lei Seca, internet, questões de saúde pública (gripe suína), violência, desigualdade social ou conflitos típicos da juventude. Para não se perder nesse rico cardápio de assuntos, estudantes dedicam tempo à prática. “Faço pelo menos duas redações por semana.
O objetivo é passar pelos temas que têm mais chances de serem cobrados. Isso dá mais segurança e firmeza na hora de redigir o texto do Enem. E, nas horas de descanso, a regra é assistir ao noticiário da TV e procurar notícias na internet, em jornais e revistas”, conta Bruno Alvarenga Fonseca, de 17, que sempre estuda ao lado da namorada, Francianne Torres, da mesma idade. (GT)
Fonte: Estado de Minas
DATA DO ENEM SAI NESTA SEGUNDA-FEIRA
São Paulo - A nova data da prova do Enem vai ser decidida segunda feira, ( 05/10) em uma reunião de representantes do Ministério da Educação e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) com reitores das universidades e de instituições federais.
Técnicos do ministério avaliam que devem aplicar o teste só na segunda quinzena de novembro porque precisam refazer toda a logística de impressão, embalagem e distribuição e também corrigir as falhas de segurança detectadas na estratégia do exame.
O MEC quer organizar as datas do Enem e dos vestibulares das universidades para que os alunos possam manter a expectativa de realizar as provas que desejarem e, ao mesmo tempo, as instituições não percam a chance de usar a nova prova do exame do ensino médio como teste de acesso direto ao ensino superior.
A nova prova do Enem, informou sábado o diretor do Inep, Reynaldo Fernandes, já está pronta - um exame de reserva também já está montado e guardado em um cofre do instituto, em Brasília. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Técnicos do ministério avaliam que devem aplicar o teste só na segunda quinzena de novembro porque precisam refazer toda a logística de impressão, embalagem e distribuição e também corrigir as falhas de segurança detectadas na estratégia do exame.
O MEC quer organizar as datas do Enem e dos vestibulares das universidades para que os alunos possam manter a expectativa de realizar as provas que desejarem e, ao mesmo tempo, as instituições não percam a chance de usar a nova prova do exame do ensino médio como teste de acesso direto ao ensino superior.
A nova prova do Enem, informou sábado o diretor do Inep, Reynaldo Fernandes, já está pronta - um exame de reserva também já está montado e guardado em um cofre do instituto, em Brasília. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
ENEM DEVE SER NA SEGUNDA QUINZENA DE NOVEMBRO
O ministério da Educação (MEC) informou que trabalha com a possibilidade de aplicar a nova prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) da segunda quinzena de novembro. A avaliação estava marcada para este final de semana, mas o vazamento de questões obrigou o governo a cancelar o exame. Ao todo, 4,1 milhões de estudantes se inscreveram para o Enem deste ano em 1.829 municípios.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, passou o sábado reunido com técnicos do ministério e pretende se reunir na próxima segunda-feira com 55 reitores de universidades públicas e outros 38 de instituições federais de ensino para avaliar os possíveis efeitos do adiamento da prova nos vestibulares. Por hora, o MEC descarta aplicar a prova em dezembro, por considerar que a divulgação dos resultados só ocorreria em meados de fevereiro, o que atrasaria todos os vestibulares.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, informou que o governo avaliou neste sábado os detalhes da reprodução da prova feita na gráfica, o manuseio dos exercícios e a distribuição da prova nos locais do exame. O governo considera que é na distribuição que existe o ponto de maior fragilidade e possível alvo dos fraudadores.
Independentemente da data do novo Enem, o MEC já tem prontas duas novas provas - uma delas registrada como reserva para eventuais problemas na futura aplicação do exame.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, passou o sábado reunido com técnicos do ministério e pretende se reunir na próxima segunda-feira com 55 reitores de universidades públicas e outros 38 de instituições federais de ensino para avaliar os possíveis efeitos do adiamento da prova nos vestibulares. Por hora, o MEC descarta aplicar a prova em dezembro, por considerar que a divulgação dos resultados só ocorreria em meados de fevereiro, o que atrasaria todos os vestibulares.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, informou que o governo avaliou neste sábado os detalhes da reprodução da prova feita na gráfica, o manuseio dos exercícios e a distribuição da prova nos locais do exame. O governo considera que é na distribuição que existe o ponto de maior fragilidade e possível alvo dos fraudadores.
Independentemente da data do novo Enem, o MEC já tem prontas duas novas provas - uma delas registrada como reserva para eventuais problemas na futura aplicação do exame.
GOVERNO PODE CRIAR O FERIADO DO ENEM
Governo Federal poderá decretar um feriado estudantil para aplicar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), caso não consiga datas na segunda quinzena de novembro. A informação é da edição deste domingo do jornal Folha de S.Paulo. O assunto deverá ser discutido em reunião com reitores das universidades federais. O Enem seria realizado neste final de semana, mas foi cancelado por suspeitas de vazamento das questões.
O ministério da Educação (MEC) informou que trabalha com a possibilidade de aplicar a nova prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) Na segunda quinzena de novembro ( nota anterior). Ao todo, 4,1 milhões de estudantes se inscreveram para o Enem deste ano em 1.829 municípios.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, passou o sábado reunido com técnicos do ministério e pretende se reunir na próxima segunda-feira com 55 reitores de universidades públicas e outros 38 de instituições federais de ensino para avaliar os possíveis efeitos do adiamento da prova nos vestibulares. Por hora, o MEC descarta aplicar a prova em dezembro, por considerar que a divulgação dos resultados só ocorreria em meados de fevereiro, o que atrasaria todos os vestibulares.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, informou que o governo avaliou os detalhes da reprodução da prova feita na gráfica, o manuseio dos exercícios e a distribuição da prova nos locais do exame.
O ministério da Educação (MEC) informou que trabalha com a possibilidade de aplicar a nova prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) Na segunda quinzena de novembro ( nota anterior). Ao todo, 4,1 milhões de estudantes se inscreveram para o Enem deste ano em 1.829 municípios.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, passou o sábado reunido com técnicos do ministério e pretende se reunir na próxima segunda-feira com 55 reitores de universidades públicas e outros 38 de instituições federais de ensino para avaliar os possíveis efeitos do adiamento da prova nos vestibulares. Por hora, o MEC descarta aplicar a prova em dezembro, por considerar que a divulgação dos resultados só ocorreria em meados de fevereiro, o que atrasaria todos os vestibulares.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, informou que o governo avaliou os detalhes da reprodução da prova feita na gráfica, o manuseio dos exercícios e a distribuição da prova nos locais do exame.
Federal de Ouro Preto abre inscrições para vestibular 2010
A Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) abriu sexta-feira, 25 de setembro, o período de inscrições para o 1º Vestibular 2010. Os candidatos devem se inscrever, até 16 de outubro, pelo site www.vestibular.ufop.br e efetivar o pagamento da taxa de R$ 60,00 até 19 de outubro, por meio de boleto bancário.
Ao realizarem as inscrições, os candidatos devem informar o número de inscrição do comprovante do Novo Enem e autorizar o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) a aproveitar a nota obtida na Prova de Conhecimentos Gerais do Enem para o Vestibular da UFOP.
Assim, a UFOP utilizará a Prova de Conhecimentos Gerais do Novo Enem como primeira etapa do Processo Seletivo. A nota da referida prova será utilizada para a classificação dos candidatos na primeira fase.
As provas específicas e a Redação (2ª etapa) acontecem em 20 de dezembro e serão aplicadas nas seguintes cidades: Belo Horizonte, João Monlevade, Juiz de Fora, Mariana, Montes Claros, Ouro Preto, Pouso Alegre e Uberlândia, em Minas Gerais. Em São Paulo, nos municípios de Ribeirão Preto, São José dos Campos e São José do Rio Preto. E em Vitória, no Espírito Santo. As provas de aptidão específica para os cursos de Artes Cênicas e Música acontecem, de 22 a 24 de janeiro de 2010, apenas em Ouro Preto.
São 1268 vagas oferecidas nos 38 cursos de graduação, distribuídas nos campi de João Monlevade, Mariana e Ouro Preto.
A Universidade adota a Política de Ação Afirmativa e assegura 30% (trinta por cento) do total das vagas de cada curso para candidatos que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas.
Para conferir o Edital e obter mais informações do 1° Vestibular 2010 da UFOP, acesse o site http://www.vestibular.ufop.br ou envie sua dúvida para: vest@prograd.ufop.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email . Contato: (31) 3559 1351 e 3559 1352.
As informações sobre este processo foram divulgadas pela faculdade ou instituto responsável pelo exame. Nem sempre as alterações no processo são informadas ao Terra Vestibular. Em caso de dúvidas, consulte diretamente o site da instituição.
Ao realizarem as inscrições, os candidatos devem informar o número de inscrição do comprovante do Novo Enem e autorizar o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) a aproveitar a nota obtida na Prova de Conhecimentos Gerais do Enem para o Vestibular da UFOP.
Assim, a UFOP utilizará a Prova de Conhecimentos Gerais do Novo Enem como primeira etapa do Processo Seletivo. A nota da referida prova será utilizada para a classificação dos candidatos na primeira fase.
As provas específicas e a Redação (2ª etapa) acontecem em 20 de dezembro e serão aplicadas nas seguintes cidades: Belo Horizonte, João Monlevade, Juiz de Fora, Mariana, Montes Claros, Ouro Preto, Pouso Alegre e Uberlândia, em Minas Gerais. Em São Paulo, nos municípios de Ribeirão Preto, São José dos Campos e São José do Rio Preto. E em Vitória, no Espírito Santo. As provas de aptidão específica para os cursos de Artes Cênicas e Música acontecem, de 22 a 24 de janeiro de 2010, apenas em Ouro Preto.
São 1268 vagas oferecidas nos 38 cursos de graduação, distribuídas nos campi de João Monlevade, Mariana e Ouro Preto.
A Universidade adota a Política de Ação Afirmativa e assegura 30% (trinta por cento) do total das vagas de cada curso para candidatos que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas.
Para conferir o Edital e obter mais informações do 1° Vestibular 2010 da UFOP, acesse o site http://www.vestibular.ufop.br ou envie sua dúvida para: vest@prograd.ufop.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email . Contato: (31) 3559 1351 e 3559 1352.
As informações sobre este processo foram divulgadas pela faculdade ou instituto responsável pelo exame. Nem sempre as alterações no processo são informadas ao Terra Vestibular. Em caso de dúvidas, consulte diretamente o site da instituição.
ENCONTRAMOS ERROS NA PROVA DO ENEM
Após uma análise superficial, feita junto as questões da prova que foi anulada, pude publicar no primeiro momento as impressões de que estava tudo bastante obvio, fraca mesmo.Varios outros colegas, também ligados ao Ensino Médio, ou á Faculdades também fizeram o mesmo e analisando criteriosamente, questão por questão, de todos os conteúdos, concluímos que a situação na verdade, era um pouco pior do que pensamos. Algumas das questões da prova que seria feita no final de semana dos dias 03 e 04 de outubro geram divergências, com relação a resposta, que o gabarito traz como certa.
Modestamente, quero acreditar que sejam erros de digitação. Colegas de outras areas( a minha é portugues) também denunciaram erros em questões que simplesmente não tem como se respondidas. O caso mais gritante é da prova de Matemática.“A resposta do teste 79 da prova de domingo deveria ser 3/8, mas não existe essa opção”, afirma Giuseppe Nobilioni, coordenador de matemática do Curso Objetivo, em São Paulo. “Deve ter sido um erro de digitação”, opina Glenn Van Amson, professor de matemática do Anglo. Procurado, o Ministério da Educação (MEC) ainda não se manifestou.
Em relação ao formato da prova, professores também concordaram que o exame estava dentro do esperado e de acordo com o simulado de 40 questões divulgado pelo MEC em julho. No entanto, eles apontaram falta de abrangência à prova.
“Poderiam ter aproveitado que eram muitas questões e ter diversificado mais os temas”, avalia Vera Lúcia da Costa Antunes, coordenadora do Objetivo.
Para Edmilson Motta, coordenador do Etapa, em São Paulo, a diferença maior em relação às edições anteriores do Enem está na prova de ciências da natureza. “Houve uma cobrança maior de conteúdo e conceitos. No entanto, na parte de matemática, não teve tanta inovação. Os temas continuaram os mesmos exigidos antes.”
Na avaliação do coordenador geral do Anglo, em São Paulo, Nicolau Marmo, somente 30% das questões tinham nível de vestibular. “O restante serviria para avaliar o ensino médio. Foi uma prova previsível, com pouca profundidade, que não serve para substituir o vestibular de instituições federais.”
Pelo grau de dificuldade da prova, que não foi considerado tão elevado, eles avaliam que o tempo seria suficiente para os estudantes a resolverem. A questão do idoso como tema da redação foi visto como adequado.
Divergência em linguagens
Na parte de Portugues, conforme ja adiantei, vejo problemas de adequação nas questões 37 e 38. Outros colegas, com mais tempo de profissão e portanto maior experiencia também compactuam com a mesma observação. o professor Francisco Achcar, coordenador de português do Colégio e Curso Objetivo, aponta os problemas.
No de número 37, ele afirma que há duas respostas possíveis: B e E. Pelo gabarito oficial, a correta é a letra E. Segundo ele, a “lata” do poeta é ‘simplesmente metáfora’, como se afirma no final da canção. Portanto, trata-se de metáfora em b (“Mas quando o poeta diz: ‘Lata’”) e em e (“Que [o poeta] determine o conteúdo em sua lata”), pois em ambos os casos a referência é à “lata do poeta”.
O professor Francisco Platão Savioli, do Anglo, discorda. Para ele, a alternativa B não pode ser considerada correta porque o uso da palavra “lata” nesse caso não tem sentido de metáfora, mas metalinguístico.
Achcar, do Objetivo aponta ainda outro problema na parte de linguagens. Desta vez, na questão 38, que, segundo ele, não teria alternativa correta. O gabarito aponta a letra D como a resposta oficial.
“Na alternativa dada como correta fala-se em ‘ponto de vista distanciado e analítico acerca do cotidiano’. Não se entende como possa ser considerado ‘distanciado’ o ponto de vista do eu lírico, que se exprime de maneira fortemente emotiva por meio do relato de uma situação íntima, subjetiva”, afirma.
“Concordo que a palavra ‘distanciado’ possa causar um certo ruído e a alternativa não seja tão precisa, mas não acho que seja o caso de considerar sem resposta essa alternativa”, diz Eduardo Calbucci, professor de literatura do Anglo.
Modestamente, quero acreditar que sejam erros de digitação. Colegas de outras areas( a minha é portugues) também denunciaram erros em questões que simplesmente não tem como se respondidas. O caso mais gritante é da prova de Matemática.“A resposta do teste 79 da prova de domingo deveria ser 3/8, mas não existe essa opção”, afirma Giuseppe Nobilioni, coordenador de matemática do Curso Objetivo, em São Paulo. “Deve ter sido um erro de digitação”, opina Glenn Van Amson, professor de matemática do Anglo. Procurado, o Ministério da Educação (MEC) ainda não se manifestou.
Em relação ao formato da prova, professores também concordaram que o exame estava dentro do esperado e de acordo com o simulado de 40 questões divulgado pelo MEC em julho. No entanto, eles apontaram falta de abrangência à prova.
“Poderiam ter aproveitado que eram muitas questões e ter diversificado mais os temas”, avalia Vera Lúcia da Costa Antunes, coordenadora do Objetivo.
Para Edmilson Motta, coordenador do Etapa, em São Paulo, a diferença maior em relação às edições anteriores do Enem está na prova de ciências da natureza. “Houve uma cobrança maior de conteúdo e conceitos. No entanto, na parte de matemática, não teve tanta inovação. Os temas continuaram os mesmos exigidos antes.”
Na avaliação do coordenador geral do Anglo, em São Paulo, Nicolau Marmo, somente 30% das questões tinham nível de vestibular. “O restante serviria para avaliar o ensino médio. Foi uma prova previsível, com pouca profundidade, que não serve para substituir o vestibular de instituições federais.”
Pelo grau de dificuldade da prova, que não foi considerado tão elevado, eles avaliam que o tempo seria suficiente para os estudantes a resolverem. A questão do idoso como tema da redação foi visto como adequado.
Divergência em linguagens
Na parte de Portugues, conforme ja adiantei, vejo problemas de adequação nas questões 37 e 38. Outros colegas, com mais tempo de profissão e portanto maior experiencia também compactuam com a mesma observação. o professor Francisco Achcar, coordenador de português do Colégio e Curso Objetivo, aponta os problemas.
No de número 37, ele afirma que há duas respostas possíveis: B e E. Pelo gabarito oficial, a correta é a letra E. Segundo ele, a “lata” do poeta é ‘simplesmente metáfora’, como se afirma no final da canção. Portanto, trata-se de metáfora em b (“Mas quando o poeta diz: ‘Lata’”) e em e (“Que [o poeta] determine o conteúdo em sua lata”), pois em ambos os casos a referência é à “lata do poeta”.
O professor Francisco Platão Savioli, do Anglo, discorda. Para ele, a alternativa B não pode ser considerada correta porque o uso da palavra “lata” nesse caso não tem sentido de metáfora, mas metalinguístico.
Achcar, do Objetivo aponta ainda outro problema na parte de linguagens. Desta vez, na questão 38, que, segundo ele, não teria alternativa correta. O gabarito aponta a letra D como a resposta oficial.
“Na alternativa dada como correta fala-se em ‘ponto de vista distanciado e analítico acerca do cotidiano’. Não se entende como possa ser considerado ‘distanciado’ o ponto de vista do eu lírico, que se exprime de maneira fortemente emotiva por meio do relato de uma situação íntima, subjetiva”, afirma.
“Concordo que a palavra ‘distanciado’ possa causar um certo ruído e a alternativa não seja tão precisa, mas não acho que seja o caso de considerar sem resposta essa alternativa”, diz Eduardo Calbucci, professor de literatura do Anglo.
NOVA PROVA DO ENEM JA ESTÁ PRONTA
O Ministério da Educação já tem pronta a nova prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que está protegida em um cofre do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). A informação foi confirmada neste sábado (3) pelo órgão.
O exame tem o mesmo número de questões da prova anterior, que vazou e foi adiada. Ainda não há uma nova data.
A assessoria de imprensa do Ministério da Educação (MEC) informou também que o ministro Fernando Haddad vai manter o gabinete reunido durante todo o final de semana.
O ministério convidou os reitores das universidades federais para outra reunião sobre a prova na próxima semana.
REUNIÃO DE AVALIAÇÃO FOI ATÉ MEIA NOITE
A reunião entre o Inep o consórcio Connasel, responsável pelo (Enem), foi suspensa na madrugada deste sábado (3). Os diretores da empresa pediram mais tempo para apresentar informações sobre o teste e o encontro deve ser retomado na segunda (5).
A reunião começou na manhã de sexta-feira (2), em Brasília, e só terminou depois da meia-noite. Representantes do consórcio e o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, marcaram a reunião para discutir procedimentos logísticos da prova.
Rompimento do contrato
O órgão estuda romper o contrato após novas denúncias de fraude. Aplicadores do exame na Grande São Paulo e em Salvador teriam guardado as provas em casa –uma falha de segurança considerada de extrema gravidade.
Na sexta, a presidente do Connasel, Itana Marques Silva, disse que “não houve fragilidade na segurança” da prova e que todos os critérios estabelecidos pelo MEC “foram atendidos.”
O contrato firmado entre o Inep o prevê que a contratada indenize o órgão em caso de "acesso indevido a informações sigilosas ou de uso restrito do Inep" por pessoas estejam trabalhando na execução dos serviços. O texto obriga também o Connasel a "manter sigilo sobre quaisquer informações a que tenha acesso em virtude dos trabalhos a serem executados ou de que tenha tomado conhecimento em decorrência da execução do objeto", sob pena de ser proibido de participar de licitações e contratos do Inep por dois anos, além do pagamento de indenização por perdas e danos.
O exame tem o mesmo número de questões da prova anterior, que vazou e foi adiada. Ainda não há uma nova data.
A assessoria de imprensa do Ministério da Educação (MEC) informou também que o ministro Fernando Haddad vai manter o gabinete reunido durante todo o final de semana.
O ministério convidou os reitores das universidades federais para outra reunião sobre a prova na próxima semana.
REUNIÃO DE AVALIAÇÃO FOI ATÉ MEIA NOITE
A reunião entre o Inep o consórcio Connasel, responsável pelo (Enem), foi suspensa na madrugada deste sábado (3). Os diretores da empresa pediram mais tempo para apresentar informações sobre o teste e o encontro deve ser retomado na segunda (5).
A reunião começou na manhã de sexta-feira (2), em Brasília, e só terminou depois da meia-noite. Representantes do consórcio e o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, marcaram a reunião para discutir procedimentos logísticos da prova.
Rompimento do contrato
O órgão estuda romper o contrato após novas denúncias de fraude. Aplicadores do exame na Grande São Paulo e em Salvador teriam guardado as provas em casa –uma falha de segurança considerada de extrema gravidade.
Na sexta, a presidente do Connasel, Itana Marques Silva, disse que “não houve fragilidade na segurança” da prova e que todos os critérios estabelecidos pelo MEC “foram atendidos.”
O contrato firmado entre o Inep o prevê que a contratada indenize o órgão em caso de "acesso indevido a informações sigilosas ou de uso restrito do Inep" por pessoas estejam trabalhando na execução dos serviços. O texto obriga também o Connasel a "manter sigilo sobre quaisquer informações a que tenha acesso em virtude dos trabalhos a serem executados ou de que tenha tomado conhecimento em decorrência da execução do objeto", sob pena de ser proibido de participar de licitações e contratos do Inep por dois anos, além do pagamento de indenização por perdas e danos.
Pra ser sincero....( Comentario sobre a prova anulada...)
Vamos ousar comentar a prova que seria aplicada nos dias 03 e 04 de outubro. Confesso ter assustado quando vi o teor das questões. Pareceu ser o basico do basico. Puide reconhecer as minhas aulas, no Coraçáo de Jesus em Varginha, ou no Exito, em Boa Esperança, onde divido o meu tempo lecionando Portugues, Redação e Literatura. Até mesmo os exemplos citados e as charges, que venho insistindo pra que voces interpretem, chegando mesmo a citar as tirinhas da Mafalda.
Pode ser apenas impressão, mas essa prova, teve um gostinhop de que estava maos fácil, do qaue deveria. Para que não viesse a prevalecer apenas minha opinião, trago aqui a opinião de outros colegas de profissão...
"Foi a área que teve a maior mudança, em relação ao Enem antigo, pois foi cobrado mais conteúdo. Caíram questões com conta com potência de dez, conversão de unidades, noção de grandezas. As fórmulas específicas foram dadas".
Na avaliação da professora Vera Lúcia da Costa Antunes, coordenadora do curso Objetivo, em física, a prova teve ótimo nível e pediu o que é fundamental, mas não foi abrangente - ou seja, não cobriu a extensão do programa.
"Biologia, física e química forneceram textos com os quais era possível responder. As três cobraram conhecimentos básicos". A grande diferença para o Enem 2008 é que física e química nem eram abordados na prova.
Ciências humanas e suas tecnologias
"Geografia cobrou bastante texto e leitura. Nove, de 23, exigiam algum conhecimento básico da matéria. Também foram cobrados gráficos e tabelas". A crítica? "Os examinadores repetiram os assuntos, como tecnologia e meio ambiente."
Segundo Vera, os professores do Objetivo também não gostaram da prova de história, porque exigiu basicamente interpretação de texto e algumas questões eram "bastante subjetivas".
Linguagem, códigos e suas tecnologias
De acordo com o professor de português do Anglo Vestibulares, Francisco Platão Savioli, a prova de linguagens foi balanceada. "As primeiras questões eram banais, fiquei assustado de ver, mas há uma progressão no grau de dificuldade, chegando em questões que são para 'gente grande'", diz. Como exemplo, ele cita a pergunta 29, que exige conhecimentos sobre a estética do romantismo.
No exame, segundo Platão, predominaram interpretação e leitura de textos, e houve mais questões relativas a artes e educação física em relação aos exames anteriores. Para o professor, o que mudou no novo Enem é que, agora, as questões estão reunidas, enquanto antes elas eram alternadas com as de outras disciplinas. Para ele, as 45 perguntas são "uma expansão das questões do antigo Enem".
Matemática e suas tecnologias
"Acho que foi uma prova que não foi abrangente e repetiu muitos assuntos. A exigência foi pequena, mas cai muita continha", avalia o coordenador da disciplina no Objetivo, Giuseppe Nobilioni.
Segundo ele, não é verdade que as 15 primeiras são fáceis. "Muitas das últimas são até muito fáceis. Há poucas difíceis", afirma.
"Foi uma prova longa e repetitiva. Caíram os temas favoritos do Enem: geometria, porcentagem, análise de gráfico e tabela, análise combinatória e probabilidade.
O Enem antigo já era relacionado a esses temas", disse Motta, do Etapa.
Redação
O professor de português do Objetivo, Franscisco Achcar, considerou o tema da redação bom, no entanto, criticou a coletânea de textos de apoio. "São textos banais, que se esgotam em generalidades e ignoram todos os aspectos problemáticos, sociais ou pessoais, da longevidade", comenta.
Para o professor Platão, a proposta de redação foi acessível. "Não tenho ressalvas, os textos foram bem escolhidos e as instruções eram mais do que suficientes. É um bom instrumento para avaliar os candidatos".
Sobre o tema, ele diz que não é possível adivinhar o que irá cair, mas acredita que não irá cair algo parecido no próximo exame: "Se eles forem inteligentes, não vão dar o mesmo tipo [de proposta]".
Pode ser apenas impressão, mas essa prova, teve um gostinhop de que estava maos fácil, do qaue deveria. Para que não viesse a prevalecer apenas minha opinião, trago aqui a opinião de outros colegas de profissão...
Ciências da natureza e suas tecnologias
"Foi a área que teve a maior mudança, em relação ao Enem antigo, pois foi cobrado mais conteúdo. Caíram questões com conta com potência de dez, conversão de unidades, noção de grandezas. As fórmulas específicas foram dadas".
Na avaliação da professora Vera Lúcia da Costa Antunes, coordenadora do curso Objetivo, em física, a prova teve ótimo nível e pediu o que é fundamental, mas não foi abrangente - ou seja, não cobriu a extensão do programa.
"Biologia, física e química forneceram textos com os quais era possível responder. As três cobraram conhecimentos básicos". A grande diferença para o Enem 2008 é que física e química nem eram abordados na prova.
Ciências humanas e suas tecnologias
"Geografia cobrou bastante texto e leitura. Nove, de 23, exigiam algum conhecimento básico da matéria. Também foram cobrados gráficos e tabelas". A crítica? "Os examinadores repetiram os assuntos, como tecnologia e meio ambiente."
Segundo Vera, os professores do Objetivo também não gostaram da prova de história, porque exigiu basicamente interpretação de texto e algumas questões eram "bastante subjetivas".
Linguagem, códigos e suas tecnologias
De acordo com o professor de português do Anglo Vestibulares, Francisco Platão Savioli, a prova de linguagens foi balanceada. "As primeiras questões eram banais, fiquei assustado de ver, mas há uma progressão no grau de dificuldade, chegando em questões que são para 'gente grande'", diz. Como exemplo, ele cita a pergunta 29, que exige conhecimentos sobre a estética do romantismo.
No exame, segundo Platão, predominaram interpretação e leitura de textos, e houve mais questões relativas a artes e educação física em relação aos exames anteriores. Para o professor, o que mudou no novo Enem é que, agora, as questões estão reunidas, enquanto antes elas eram alternadas com as de outras disciplinas. Para ele, as 45 perguntas são "uma expansão das questões do antigo Enem".
Matemática e suas tecnologias
"Acho que foi uma prova que não foi abrangente e repetiu muitos assuntos. A exigência foi pequena, mas cai muita continha", avalia o coordenador da disciplina no Objetivo, Giuseppe Nobilioni.
Segundo ele, não é verdade que as 15 primeiras são fáceis. "Muitas das últimas são até muito fáceis. Há poucas difíceis", afirma.
"Foi uma prova longa e repetitiva. Caíram os temas favoritos do Enem: geometria, porcentagem, análise de gráfico e tabela, análise combinatória e probabilidade.
O Enem antigo já era relacionado a esses temas", disse Motta, do Etapa.
Redação
O professor de português do Objetivo, Franscisco Achcar, considerou o tema da redação bom, no entanto, criticou a coletânea de textos de apoio. "São textos banais, que se esgotam em generalidades e ignoram todos os aspectos problemáticos, sociais ou pessoais, da longevidade", comenta.
Para o professor Platão, a proposta de redação foi acessível. "Não tenho ressalvas, os textos foram bem escolhidos e as instruções eram mais do que suficientes. É um bom instrumento para avaliar os candidatos".
Sobre o tema, ele diz que não é possível adivinhar o que irá cair, mas acredita que não irá cair algo parecido no próximo exame: "Se eles forem inteligentes, não vão dar o mesmo tipo [de proposta]".
Aceita Sugestão...
Voce que sabe a minha opinião sobre redação..." igual futebol, volei ou bassquete, sem treino não se ganha o jogo..." Que tal elaborar uma redação com base na seguinte proposta:
" Como você encara os cursos a distância e as universidades virtuais?
A chamada Educação a distância (Ead) é o processo de ensino-aprendizagem em que professores e alunos não precisam estar fisicamente juntos, pois se encontram conectados por tecnologias telemáticas, como a internet. Recursos de Educação a distância já são muito utilizados pelas escolas tradicionais. Desde o início desta década, têm se desenvolvido os cursos de graduação a distância, que o aluno conclui sem praticamente ir à universidade. Há quem veja a inovação com bons olhos. Há quem lhe seja contrário. Como você se posiciona nesse debate?
" Como você encara os cursos a distância e as universidades virtuais?
A chamada Educação a distância (Ead) é o processo de ensino-aprendizagem em que professores e alunos não precisam estar fisicamente juntos, pois se encontram conectados por tecnologias telemáticas, como a internet. Recursos de Educação a distância já são muito utilizados pelas escolas tradicionais. Desde o início desta década, têm se desenvolvido os cursos de graduação a distância, que o aluno conclui sem praticamente ir à universidade. Há quem veja a inovação com bons olhos. Há quem lhe seja contrário. Como você se posiciona nesse debate?
Reunião para avaliar vazamento do Enem reúne 15 técnicos; ministro monitora discussão à distância
Claudia Oliveira
Do UOL Notícias
Em Brasília
A reunião técnica convocada para avaliar o vazamento da prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 conta com cerca de 15 integrantes do Ministério da Educação e do consórcio responsável pela execução do exame. O Enem seria aplicado neste fim de semana a mais de 4 milhões de estudantes do ensino médio.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, não participa da reunião, na qual devem ser discutidas as hipóteses sobre o vazamento da prova. No entanto, ele poderia integrar a etapa do debate relacionada ao que deverá ser feito para imprimir uma nova prova, a ser aplicada em uma data que não entre em conflito com o calendário dos vestibulares do país.
O secretário-executivo José Henrique Paim representa o MEC na reunião, que conta também com a presença do presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Reynaldo Fernandes, e técnicos da diretoria de avaliação da educação básica do órgão que é vinculado ao MEC. Essa diretoria é a área responsável pelo Enem no Inep.
O presidente do Inep faz a ponte com o ministro Haddad, repassando as informações sobre a reunião.
A presidente do consórcio escolhido por meio de licitação para executar o exame, Itana Marques Silva, participa da discussão com representantes da Funrio (Fundação de Apoio a Pesquisa, Ensino e Assistência) e do Instituto Cetro, que também fazem parte do Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção (Connasel).
A previsão é que a reunião - que é fechada à imprensa - estenda-se por toda esta sexta-feira. Em entrevista coletiva concedida nesta quinta, o ministro Haddad afirmou que uma nova prova deve ser aplicada em até 45 dias
Do UOL Notícias
Em Brasília
A reunião técnica convocada para avaliar o vazamento da prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 conta com cerca de 15 integrantes do Ministério da Educação e do consórcio responsável pela execução do exame. O Enem seria aplicado neste fim de semana a mais de 4 milhões de estudantes do ensino médio.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, não participa da reunião, na qual devem ser discutidas as hipóteses sobre o vazamento da prova. No entanto, ele poderia integrar a etapa do debate relacionada ao que deverá ser feito para imprimir uma nova prova, a ser aplicada em uma data que não entre em conflito com o calendário dos vestibulares do país.
O secretário-executivo José Henrique Paim representa o MEC na reunião, que conta também com a presença do presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Reynaldo Fernandes, e técnicos da diretoria de avaliação da educação básica do órgão que é vinculado ao MEC. Essa diretoria é a área responsável pelo Enem no Inep.
O presidente do Inep faz a ponte com o ministro Haddad, repassando as informações sobre a reunião.
A presidente do consórcio escolhido por meio de licitação para executar o exame, Itana Marques Silva, participa da discussão com representantes da Funrio (Fundação de Apoio a Pesquisa, Ensino e Assistência) e do Instituto Cetro, que também fazem parte do Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção (Connasel).
A previsão é que a reunião - que é fechada à imprensa - estenda-se por toda esta sexta-feira. Em entrevista coletiva concedida nesta quinta, o ministro Haddad afirmou que uma nova prova deve ser aplicada em até 45 dias
Senadores defendem ressarcimento de estudantes que viajaram para fazer Enem 2009
Comissão de Educação do Senado vai acompanhar detalhadamente a organização da nova prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), pelo MEC (Ministério da Educação), após a fraude comprovada no processo que levou ao adiamento da prova, marcada até então para este fim de semana. O presidente da comissão, Flávio Arns (PSDB-PR), tem conversado com o ministro Fernando Haddad que deve comparecer na próxima semana ao Senado para dar detalhes do que ocorreu a como vem sendo conduzida a organização do novo processo de avaliação.
Arns afirmou que o ministro deve confirmar a data de comparecimento à Comissão de Educação na segunda-feira (5). Um dos desafios enfrentados pelo MEC será o de garantir as compensações aos estudantes que tiveram que deslocar-se de suas cidades para fazer a prova. As inscrições deste ano foram de 4,1 milhões de candidatos, alguns com provas marcadas para fora das cidades de origem.
A líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), considera que esta será uma segunda fase de reorganização das provas do Enen que obrigatoriamente o MEC e o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), responsável pelo exame, terão que definir. "É óbvio que terá que se dar uma atenção para esta questão. Não tenho a menor dúvida de que o assunto está na pauta e será tratado pelo Ministério da Educação", afirmou a líder do governo.
O senador Paulo Paim (PT-RS) disse que o estabelecimento do ressarcimento ou compensações aos estudantes prejudicados com deslocamentos de suas cidades é fundamental. Segundo ele, o MEC deve ter esse levantamento e deve estabelecer mecanismos que garantam a realização das provas, em novembro, sem novos custos aos estudantes.
"Os estudantes não podem ser penalizados por fraudes cometidas contra o Enem. É necessário assegurar o direito dos estudantes de fazer a nova prova sem novos custos. Sabemos que são estudantes de baixíssima renda", disse Paim.
A prova do Enem está marcada para novembro. O MEC já anunciou que os 4,1 milhões de estudantes não terão que pagar nova inscrição. Ainda não se sabe se os locais de prova serão mantidos.
Os candidados inscritos no Enem podem ligar para o telefone 0800 61 61 61 para tirar dúvidas sobre o adiamento do exame
Arns afirmou que o ministro deve confirmar a data de comparecimento à Comissão de Educação na segunda-feira (5). Um dos desafios enfrentados pelo MEC será o de garantir as compensações aos estudantes que tiveram que deslocar-se de suas cidades para fazer a prova. As inscrições deste ano foram de 4,1 milhões de candidatos, alguns com provas marcadas para fora das cidades de origem.
A líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), considera que esta será uma segunda fase de reorganização das provas do Enen que obrigatoriamente o MEC e o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), responsável pelo exame, terão que definir. "É óbvio que terá que se dar uma atenção para esta questão. Não tenho a menor dúvida de que o assunto está na pauta e será tratado pelo Ministério da Educação", afirmou a líder do governo.
O senador Paulo Paim (PT-RS) disse que o estabelecimento do ressarcimento ou compensações aos estudantes prejudicados com deslocamentos de suas cidades é fundamental. Segundo ele, o MEC deve ter esse levantamento e deve estabelecer mecanismos que garantam a realização das provas, em novembro, sem novos custos aos estudantes.
"Os estudantes não podem ser penalizados por fraudes cometidas contra o Enem. É necessário assegurar o direito dos estudantes de fazer a nova prova sem novos custos. Sabemos que são estudantes de baixíssima renda", disse Paim.
A prova do Enem está marcada para novembro. O MEC já anunciou que os 4,1 milhões de estudantes não terão que pagar nova inscrição. Ainda não se sabe se os locais de prova serão mantidos.
Os candidados inscritos no Enem podem ligar para o telefone 0800 61 61 61 para tirar dúvidas sobre o adiamento do exame
UFRJ reabre inscrições do vestibular 2010
As inscrições para o vestibular 2010 da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) foram reabertas nesta sexta-feira (2). O processo havia sido suspenso ontem devido ao cancelamento do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009.
Em nota, a instituição "reafirma sua confiança na capacidade do Ministério da Educação de resolver as dificuldades decorrentes do adiamento das provas que seriam realizadas dias 3 e 4 de outubro e declara seu apoio a essas novas formas de acesso às universidades públicas federais, importantes instrumentos para a inclusão social e para a democratização da educação superior brasileira".
Os pedidos devem ser feitos pela internet. No ato da inscrição, é preciso informar o número de inscrição no Enem 2009. O prazo para se inscrever vai até as 18h de 23 de outubro.
A nota do Enem 2009 está prevista para ser utilizada como primeira fase do processo seletivo da UFRJ
Em nota, a instituição "reafirma sua confiança na capacidade do Ministério da Educação de resolver as dificuldades decorrentes do adiamento das provas que seriam realizadas dias 3 e 4 de outubro e declara seu apoio a essas novas formas de acesso às universidades públicas federais, importantes instrumentos para a inclusão social e para a democratização da educação superior brasileira".
Os pedidos devem ser feitos pela internet. No ato da inscrição, é preciso informar o número de inscrição no Enem 2009. O prazo para se inscrever vai até as 18h de 23 de outubro.
A nota do Enem 2009 está prevista para ser utilizada como primeira fase do processo seletivo da UFRJ
Maioria das universidades vai manter datas de seleção
A maior parte das universidades que aderiram ao Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) como forma de seleção para o vestibular informou que o cancelamento da prova, a princípio, não altera o calendário de exames. As instituições aguardam posicionamento do MEC (Ministério da Educação) sobre a nova edição do exame nacional.
As principais universidades públicas paulistas, USP, Unicamp, Unesp e Unifesp não preveem alterações até agora e prometem avisar aos alunos com antecedência sobre eventuais mudanças no cronograma. No entanto, a Fundação Getúlio Vargas pretende alterar o calendário do vestibular na próxima semana.
No Rio de Janeiro, a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) suspendeu temporariamente as inscrições de seu processo seletivo. A reitoria não quis se manifestar sobre o assunto. Segundo o ministério, 24 universidades federais aderiram à prova como forma única de seleção.
De um total de 21 universidades, apenas 5, a Ufam (Universidade Federal do Amazonas), a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), a UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), a FURGS (Universidade Federal de Rio Grande) e a UFRJ confirmaram alterações nos calendários. A UFG (Universidade Federal de Goiás) anunciou que pretende cancelar o uso do exame.
Em nota, a Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior) informou que os processos seletivos das Ifes (Instituições Federais de Ensino Superior) serão realizados "com a qualidade e segurança tradicionais." "A Andifes advoga também a completa apuração dos fatos, visando a segurança e idoneidade dos processos seletivos", ressaltou a nota.
Parte das universidades, no entanto, discute soluções, antes mesmo da decisão do MEC sobre um novo exame. Na hipótese de ocorrer uma incompatibilidade de datas do vestibular com o Enem, a Unesp, que utiliza 10% da pontuação do exame, pretende alterar todo o seu calendário com o objetivo de aproveitar a nota da prova nacional.
A Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares), da Unicamp, informou que a pontuação obtida pelo candidato no exame nacional só será aproveitada no vestibular se o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) divulgar a pontuação dos candidatos até o dia 30 do mesmo mês.
A UFF (Universidade Federal Fluminense) considera a possibilidade de utilizar apenas as notas de seu próprio vestibular para a seleção dos novos alunos. "A segunda fase está prevista para 20 de dezembro e vai permanecer. Em último caso, o que acho que não será necessário, nós poderemos utilizar integralmente a nota da nossa primeira fase", explicou o reitor Roberto de Souza Salles.
As principais universidades públicas paulistas, USP, Unicamp, Unesp e Unifesp não preveem alterações até agora e prometem avisar aos alunos com antecedência sobre eventuais mudanças no cronograma. No entanto, a Fundação Getúlio Vargas pretende alterar o calendário do vestibular na próxima semana.
No Rio de Janeiro, a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) suspendeu temporariamente as inscrições de seu processo seletivo. A reitoria não quis se manifestar sobre o assunto. Segundo o ministério, 24 universidades federais aderiram à prova como forma única de seleção.
De um total de 21 universidades, apenas 5, a Ufam (Universidade Federal do Amazonas), a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), a UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), a FURGS (Universidade Federal de Rio Grande) e a UFRJ confirmaram alterações nos calendários. A UFG (Universidade Federal de Goiás) anunciou que pretende cancelar o uso do exame.
Em nota, a Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior) informou que os processos seletivos das Ifes (Instituições Federais de Ensino Superior) serão realizados "com a qualidade e segurança tradicionais." "A Andifes advoga também a completa apuração dos fatos, visando a segurança e idoneidade dos processos seletivos", ressaltou a nota.
Parte das universidades, no entanto, discute soluções, antes mesmo da decisão do MEC sobre um novo exame. Na hipótese de ocorrer uma incompatibilidade de datas do vestibular com o Enem, a Unesp, que utiliza 10% da pontuação do exame, pretende alterar todo o seu calendário com o objetivo de aproveitar a nota da prova nacional.
A Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares), da Unicamp, informou que a pontuação obtida pelo candidato no exame nacional só será aproveitada no vestibular se o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) divulgar a pontuação dos candidatos até o dia 30 do mesmo mês.
A UFF (Universidade Federal Fluminense) considera a possibilidade de utilizar apenas as notas de seu próprio vestibular para a seleção dos novos alunos. "A segunda fase está prevista para 20 de dezembro e vai permanecer. Em último caso, o que acho que não será necessário, nós poderemos utilizar integralmente a nota da nossa primeira fase", explicou o reitor Roberto de Souza Salles.
Prova do Enem cancelada após suspeita de fraude
A prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) foi adiada quinta-feira, 01.10.2009 após o conteúdo do material vazar. O exame deveria ser aplicado neste fim de semana, com a participação de mais de 4,1 milhões de candidatos.
Segundo o ministro Fernando Haddad, o MEC já possui uma segunda prova do Enem para substituir o exame que vazou, mas o material ainda precisa ser impresso. A expectativa é que a prova aconteça dentro de 30 a 45 dias.
Reformulado neste ano, o Enem será a única forma de seleção em 24 das 55 universidades federais. O exame é usado por federais também para substituir a primeira fase do vestibular, para compor a nota e nas vagas que sobrarem, além de ser necessário para quem disputa uma bolsa do Prouni (Programa Universidade para Todos).
O vazamento da prova foi denunciado pelo jornal "O Estado de S.Paulo". Segundo a reportagem, o jornal foi procurado por dois homens que informaram ter recebido o material na segunda-feira (28) de um funcionário do Inep, órgão ligado ao MEC. Eles apresentaram a prova e pediram o pagamento de R$ 500 mil por ela.
O ministro da Educação afirmou também que o prejuízo com o vazamento da prova do Enem será de 30% do valor total do contrato, que custou R$ 116 milhões, segundo a pasta. Dessa forma, a perda estimada é de aproximadamente R$ 34 milhões --valor apenas das impressões. Não se sabe ainda quem deve assumir esse prejuízo.
Veja o conteúdo;
Segundo o ministro Fernando Haddad, o MEC já possui uma segunda prova do Enem para substituir o exame que vazou, mas o material ainda precisa ser impresso. A expectativa é que a prova aconteça dentro de 30 a 45 dias.
Reformulado neste ano, o Enem será a única forma de seleção em 24 das 55 universidades federais. O exame é usado por federais também para substituir a primeira fase do vestibular, para compor a nota e nas vagas que sobrarem, além de ser necessário para quem disputa uma bolsa do Prouni (Programa Universidade para Todos).
O vazamento da prova foi denunciado pelo jornal "O Estado de S.Paulo". Segundo a reportagem, o jornal foi procurado por dois homens que informaram ter recebido o material na segunda-feira (28) de um funcionário do Inep, órgão ligado ao MEC. Eles apresentaram a prova e pediram o pagamento de R$ 500 mil por ela.
O ministro da Educação afirmou também que o prejuízo com o vazamento da prova do Enem será de 30% do valor total do contrato, que custou R$ 116 milhões, segundo a pasta. Dessa forma, a perda estimada é de aproximadamente R$ 34 milhões --valor apenas das impressões. Não se sabe ainda quem deve assumir esse prejuízo.
Veja o conteúdo;
Assinar:
Comentários (Atom)